Entries from outubro 2009 ↓
outubro 29th, 2009 — Mensagem
“Segui o amor…” (1 Coríntios 14:1)
“Richard, sete anos, era o penúltimo de nove filhos. Embora nunca lhe tivesse faltado atenção, tinha suas pequenas tarefas domésticas. Em uma tarde de sábado, três dias antes do Natal, minha mãe se apressava como de costume, para ultimar os preparativos. Ela pediu a Richard que subisse para engraxar os sapatos dela de domingo. Daí a pouco, Richard desceu trazendo os sapatos, orgulhoso por seu trabalho. Minha mãe ficou tão satisfeita que meteu a mão na bolsa e lhe deu 25 centavos. Vinte e cinco centavos eram quase um tesouro naquela época, especialmente a três dias do Natal, mas Richard parecia confuso. Olhou o dinheiro, pegou os sapatos e, em silêncio, subiu as escadas. Poucos minutos depois, minha mãe subiu correndo para trocar de roupa. Ao meter os pés nos reluzentes sapatos, seus dedos do pé direito toparam em algo. Ao perceber o incômodo, ela rapidamente puxou um chumaço de papel de dentro do sapato, desembrulhou-o e a moedinha de 25 centavos caiu de dentro. Escritos com garranchos de um menino de sete anos havia as palavras, ‘Fiz por amor’.”
- Margaret Baillargeon, citada em “Sucesso”, de Zig Ziglar.
“Deus amado, quero, como teu filho, te servir por te amar.”
Vinicios Torres
outubro 27th, 2009 — Mensagem
“E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes…Se o SENHOR se agradar de nós, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel.” (Números 14:6-8 ARA)
Fico imaginando o quanto de fibra tinham estes dois homens. Eram 12 os espias, um de cada tribo, mas 10 deles eram contrários e incitaram o povo todo. Restou Calebe da tribo de Judá e Oséias da tribo de Efraim (a quem Moisés chamou Josué). Note que o motim já estava armado e já se falava em escolher um capitão para regressar ao Egito, quando eles disseram para prosseguir. Não foram apedrejados por muito pouco, só porque apareceu a glória de Deus ali.
Note que os vitoriosos têm atitude naturalmente minoritária. É duro crer no discurso do “todos somos vencedores” sem olhar o conceito de vitorioso. Se falarmos de salvação e herança com Cristo, estamos falando de algo sobrenatural. No que toca ao natural, a minoria tem atitude de vencedor.
Outro ponto a ser valorizado é que Josué acaba sendo o sucessor de Moisés na direção do povo todo. Deus honrou sua atitude, embora fosse ele apenas um dos espias. Calebe, que parece menos expoente, traz consigo uma marca pouco percebida: é da tribo de Judá. Assim como o Leão, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, Calebe vem da tribo cujo nome significa “louvor”, ainda que a tribo dos adoradores era a de Levi.
Nós temos de Deus uma herança a ser resgatada, mas ao contrário do que alguns têm pregado, está na glória eterna e não neste mundo. Podemos e devemos viver nesse mundo de forma digna e pacífica, até porque ter riquezas deste mundo não é pecado – amar estas riquezas é pecado. Mas NINGUÉM herda coisa alguma se não for em busca do seu tesouro no lugar e com o procedimento correto. Costumo dizer que o fato de haver muito dinheiro em qualquer agência bancária não me dá o direito de entrar ali e pegar o quanto eu quiser.
Poucos são os Josué e Calebe, mas posso assegurar que vale a pena ser um deles. Grandes coisas o Senhor fez por meio deles e pode fazer por meio de mim e de você. Basta ter a atitude correta – a de fé.
“Pai, ensina-me a não olhar em volta e sim para Ti. Independente de todos estarem contrários, quero me focar na Tua Palavra.”
Mário Fernandez
outubro 26th, 2009 — Mensagem
Estamos vivendo tempos verdadeiramente assustadores.
Ligamos a televisão e vemos notícias de epidemia de Gripe A, furacões, aviões caindo, cidades sendo inundadas e destruídas pela força da chuva e o vento.
O pior de tudo é quando isso sai da televisão e entra na nossa casa. Recentemente, a Gripe A saiu dos jornais e veio parar na minha cidade, no meu trabalho, na escola do meu filho. O pânico era real. As pessoas assustadas, não saiam mais de casa. Eventos foram cancelados. Cada tosse, cada espirro foi motivo de grande preocupação. Graças a Deus, o frio começou a ir embora e com ele o vírus da Gripe A. As coisas, aos poucos, estão começando a voltar ao normal.
Há algumas semanas, um furacão atingiu nosso estado (Santa Catarina). Cidades conhecidas foram devastadas. Conversando com um amigo que mora perto dos lugares atingidos, ele relatou o medo que sentiu quando os ventos começaram. Pessoas morreram nessas cidades, e outras, perderam suas casas e seus móveis.
São coisas que nos abalam profundamente, porque são fenômenos que não podemos controlar. Estão totalmente fora do nosso poder. E o pior de tudo, é que destas coisas foram criadas por nós mesmos.
O que dizer dos fenômenos naturais então? Os tsunamis, os furacões, as chuvas torrenciais, os terremotos… não seriam essas coisas resultados da própria ação do homem na natureza, com a destruição desenfreada das florestas e dos recursos naturais? Enquanto o governo, os políticos e os empresários estão extasiados e interessadíssimos no Pré-sal, a Amazônia continua a ter seus índices de desmatamento em elevação. Não há fiscalização eficaz e muito menos conscientização da população. Isso sim deveria ser motivo de envio para o congresso de projeto de lei em regime de urgência. Mas a prioridade, como sempre, é o lucro, a ganância, o poder.
Em meio às doenças e aos desastres naturais sobre os quais não temos mais controle, existe o Salmo 46:
“Deus é o nosso Refúgio e a nossa Força (poderoso e impenetrável) uma ajuda bem presente e verdadeira no tempo de tribulação. Por isso nós não temeremos, embora a terra se mova e as montanhas sejam lançadas para o meio do oceano; embora o mar ruja e se agite, e as montanhas se abalem pela sua braveza. Selah (pare, e pense calmamente sobre isso!)” (Salmo 46: 1-3, versão da Bíblia Amplificada).
O salmo fala justamente de desastres naturais, de coisas que podem vir sobre nós as quais não podemos evitar, porque afinal, habitamos em um mundo que jaz no maligno.
No entanto, este texto nos desafia. Nos desafia a colocarmos nossa confiança em Deus, que é ajuda certa no meio da tribulação, no meio destes problemas e situações que fogem do nosso controle. Como esta ajuda vai acontecer? Bom, isso eu não sei, porque pode ser de várias formas: através de um amigo, de algum recurso, de paz no coração quando tudo estiver caindo ao seu redor…
Mas a ajuda é presente, porque Deus é presente.
Em meio ao caos criado pela humanidade, Deus se faz presente.
Despertou-me especial atenção o tempo verbal que consta do texto: DEUS É. Não Deus foi ou será. DEUS É refúgio e fortaleza. Embora a terra se mova e os tsunamis ocorram, Deus não foge, Deus não abandona. Deus permanece como Rocha Eterna. Não se move. Apenas está lá, inabalável, pois nada, nem Gripe A, nem terremoto, nem tsunami pode nos separar do amor de Deus.
Interessante, é que Jesus já nos tinha alertado sobre estes acontecimentos há muito tempo:
“Nação se levantará contra nação e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em vários lugares, e acontecimentos terríveis e grandes sinais provenientes do céu.” (Lucas 21:10,11).
É tempo de confiar em Deus, pois Ele sabe todas as coisas. Por isso é que os 3 primeiros versos do Samo 46 terminam com a expressão “Selá”, que significa “pare e pense calmamente sobre isso”.
Que a Paz de Deus que excede todo o entendimento guarde o teu coração.
Juliana Nader
Concórdia-SC
http://aprenderpraticarensinar.blogspot.com
outubro 26th, 2009 — Mensagem
Vivemos em uma época que parece que o desânimo é uma epidemia. A quantidade de pessoas que encontramos que nos dizem o quanto se sentem frustradas pela falta de realização é enorme. A maioria confessa que não têm ânimo.
Ao ler a Bíblia e ver o quanto pessoas como o apóstolo Paulo e o rei Davi fizeram ficamos espantados. Mas a Bíblia revela que eles também passaram momentos de dificuldades e desânimo. Os salmos revelam os sentimenos de Davi, o Novo Testamento revela que Paulo lutava com o “espinho na carne” que tanto lhe provocava dificuldades.
Em setembro deste ano, fui convidado a compartilhar em um encontro de homens algumas idéias de como vencer este sentimento que tanto prejudica o desempenho.
Como resultado deste encontro temos o DVD com as palestras gravadas, e agora colocamos a sua disposição o conteúdo ministrado lá.
São quatro palestras que falam sobre vencer o desânimo, entender a visão bíblica do trabalho, como vencer a preguiça e uma estratégia de como saber a vontade de Deus para você sem ter dúvidas.
Você pode adquirir diretamente conosco clicando no botão Comprar a seguir pelo valor de R$ 45,00.
outubro 23rd, 2009 — Mensagem
“Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia
enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e
diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos;” (Apocalipse 7:9)
As nossas expressões culturais são muito significativas. É interessante
observar como a partir do conhecimento da região ou da cultura onde a pessoa
foi criada é possível se deduzir diversas características das pessoas. Não é
regra absoluta, claro. A cultura cria identidade e comunidade, duas
necessidades essenciais do ser humano.
É interessante observar também que Deus em nenhum momento sugere se desfazer da cultura para homogeneizar a todos em um grande yogurte mundial. Na sua visão do fim último de todos os tempos, o apóstolo João vê chegar a Deus pessoas “de todas as nações, tribos, povos e línguas”, indicando que até o fim a humanidade se organizará assim e assim Deus usará isso para alcançar a todos com o Seu evangelho (Mt 28:19).
É pena que muitos, ao se converterem a Cristo, convertam-se também a outra cultura que não é a dele nem a dos seus ao redor. Às vezes, isso faz com que o novo convertido converta-se em estranho para os seus próprios vizinhos, chegando a dificultar o próprio testemunho da sua conversão.
Permitamos que Deus ao nos converter a Si através de Cristo, use a nossa cultura convertida a Ele como instrumento para divulgar o Seu amor.
Vinicios Torres
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Recentemente, recebi do Sérgio Pavarini o “Sarmo 23 dos Minero” e ao mostrar ao Pr Mário suas veias gaúchas pulsaram mais fortes provocando-lhe os brios: se os mineiros têm uma versão do Salmo 23 os gaúchos não podem ficar atrás. Arregaçou as mangas e pôs-se a traduzir o Salmo nos sentimentos da gauchada. O resultado está aí:
Salmo 23 dos Gaúchos
O senhor é meu patrão, em nada me desfalcam
Me apincha sossegado no pampa esverdeado
Me leva na sanga dágua buena
Me refresca o peito
Troteio com Ele na picada dos homem-de-bem porque somos chegado
Mesmo que eu troteie nas valeta dos defunto
Nada me ressabeia nem me envareta porque Tu anda junto
Me guarda com sova de mango
Monta uma churrascada na cara dos argentino
Me lambuza de graxa até enjoá
Até bater com a cola na cerca e descansá a sete palmo
Fico buenacho e sossegado feito agua-de-poço
Porque pro rancho do grande patrão é que to indo
E lá fico até o sol nunca se ponha mais
Mario Fernandez
Que tal se alguns de vocês não se animam a fazer versões do Salmo 23 nas
características das suas regiões? Bem que eu queria ver o Salmo na versão do
cordel nordestino. Se você fizer ou souber onde tem, mande-nos para que façamos
uma coletânea do Salmo 23 nas expressões culturais brasileiras.