Vinicios Torres

Sobre Oração – Preciso de Uma Ajuda Sua

Olá, < !–data.assinante.firstName–>,

Algum tempo atrás fiz uma pesquisa no site com nossos assinantes e muitos participaram, você pode ter sido um deles.

Entre as muitas perguntas tinha uma sobre a prática da oração. Perguntava quanto tempo você gasta diariamente em oração.

Pois bem. As respostas sobre este assunto me levaram a colocá-lo como prioridade em nosso projeto e passei o ano pensando em como podemos ajudar os nossos assinantes a melhorar esse aspecto da vida cristã.

Antes de apresentá-lo, daqui a alguns dias, gostaria de uma informação sua.

Você pode descrever para mim como você aprendeu a orar?

Pode me dizer coisas como:

  • Quem lhe ensinou?
  • De que maneira?
  • Usou algum tipo de ferramenta de auxílio?
  • Apresentou-lhe algum método ou processo?
  • Como você melhorou ou evolui seu tempo de oração?

Pode responder mesmo que você considere que esta área não está bem em sua vida. Na verdade, é justamente por isso que estamos perguntando.

Sua participação é muito importante, pois nos ajudará a tornar o nosso serviço mais efetivo e útil para o Corpo de Cristo. Pode responder esse e-mail mesmo que estaremos monitorando as respostas.

Obrigado pela sua participação!

Vinicios Torres

Indicação – Ideologia de Gênero

Estamos vivendo tempos que têm se mostrado difíceis em algumas áreas da vida. Para os cristãos, tem se tornado particularmente complicado posicionar-se biblicamente em relação a alguns assuntos.

Essa dificuldade, muitas vezes, é aumentada pela falta de conhecimento dos cristãos acerca do assunto e como tratar dele de maneira correta.

A ideologia de gênero, por exemplo, é muito falada e tem sido disseminada, mas mesmo entre aqueles que dizem defendê-la encontramos uma grande maioria que não compreende suas implicações, nem para suas vidas nem para a sociedade.

Gostaria de indicar a você o vídeo do Pr. Luciano Subirá, de Curitiba, que, num curto vídeo, conseguiu explicar como o cristão deve se posicionar em relação a ideologia de gênero.

Espero que este vídeo possa ajudá-lo a se posicionar corretamente sobre esse assunto.

Vinicios Torres

Mudança de Lei

“Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.” (Hebreus 7:12)

Temos visto, cada vez mais frequentemente, uma onda de pessoas na igreja defenderem a ideia de que o cristão não deve mais obedecer os mandamentos da Bíblia. Eles alegam que estamos vivendo no “tempo da graça” e não mais no “tempo da lei”. A lei deveria ser obedecida antes de Cristo mas que ele teria abolido a lei.

No entanto, essa passagem de Hebreus (leia o contexto para ter uma compreensão melhor) afirma que o sacerdócio levítico não era mais necessário, pois Cristo se fez sumo-sacerdote e ofereceu o sacrifício perfeito, que foi ele mesmo se entregando na cruz.

Agora o sacerdócio levítico não era mais necessário pois todos os aspectos cerimoniais da lei que apontavam para Cristo foram cumpridos nEle. É a isso que Paulo se referia quando falou que “o fim da lei é Cristo” (Romanos 10:4).

No entanto, o autor de Hebreus diz que como houve uma mudança no tipo de sacerdócio (do levítico para o de Cristo) também houve mudança de lei.

Ou seja, não deixou de ter lei, ela só mudou. Se tem lei então há mandamentos para serem obedecidos.

Se você ler atentamente os evangelhos verá que Jesus falou várias vezes “ouvistes o que foi dito aos antigos”, ou seja, o que era dito na Lei de Moisés. E ele continuava “mas eu porém vos digo”. Em todos essas passagens Jesus transformou uma lei que apontava para aspectos externos ampliando seu alcance para dentro do indivíduo.

Ele aprofundou o alcance do mandamento até onde só seria possível a obediência através de uma transformação interior, ou seja, como Ele mesmo explicou para Nicodemos em João 3, através um novo nascimento.

A obediência à lei de Cristo só é possível para aqueles que renderam suas vidas à Ele para que Ele viva dentro deles e podem dizer como Paulo: “Já não sou eu quem vive mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2:20).

Somos salvos por Cristo, que se sacrificou por nós, pela graça mediante a fé.

Não obedecemos a lei de Cristo PARA sermos salvos. Obedecemos PORQUE FOMOS salvos por Ele graciosamente.

“Senhor, ajuda-me a compreender que mesmo no ‘tempo da graça’ devo obedecer tua lei e ter prazer nela.“

Vinicios Torres

Gratidão Contínua

“Sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões” (1 Tessalonicenses 5:17)

Aprendi muito cedo na vida cristã que um dos segredos do crescimento espiritual é a obediência a Deus, conforme seus mandamentos e preceitos expressos em Sua Palavra, a Bíblia. Certas coisas são fáceis de obedecer, particularmente aquelas que são alinhadas ao meu temperamento e ao meu caráter.

Mas existem algumas que, eu confesso, são mais difíceis. Por exemplo, sou um reclamão por natureza e isso sempre foi algo que tive de ficar atento para não extrapolar e acabar azedando relacionamentos ou estragando o ambiente de trabalho. Muito treinamento e exercícios de auto-controle para pensar antes de falar me ajudaram a diminuir os problemas.

Um dos exercícios mais difíceis para mim, mas por incrível que possa parecer, mais eficientes foi obedecer este mandamento de Paulo: Ser grato a Deus em todas as ocasiões, mesmo aquelas que não me parecem boas.

  • Recebi um elogio: obrigado Senhor!
  • Recebi uma crítica do chefe pelo mau desempenho: obrigado Senhor! (Não acredite que foi tão fácil assim)
  • Fui livrado de uma cilada em um mau negócio: obrigado Senhor!
  • Esperava que o negócio prosperasse mas uma mudança na lei quebrou a empresa: obrigado Senhor!

Muitas pessoas não compreendem que o verso que diz para agradecer a Deus em tudo vem logo após: “Alegrai-vos sempre. Orai sem cessar.” É difícil se alegrar e reclamar ao mesmo tempo, são atitudes contraditórias. Você se alegra em Deus, ora a Deus confiando no seu cuidado e agradece a Deus por tudo que recebe. Este pacote completo faz a coisa toda fazer sentido.

Você confia em Deus e crê que Ele está lhe conduzindo pelo melhor, ainda que aos seus olhos as coisas pareçam estranhamente fora de controle.

Você acha que Paulo e Silas (Atos 16:16-40), após libertarem uma jovem do poder demoníaco, imaginavam que por causa disso seriam presos e açoitados? Não é o resultado que se espera por fazer o bem. Mas, em vez de reclamar e perguntar a Deus porquê, a Bíblia diz que eles “oravam e louvavam a Deus” quando um terremoto aconteceu e os levou à próxima etapa da sua aventura.

Se você é filho de Deus e ora a Ele pedindo sua bênção e direção, por que reclama e murmura pela vida que tem? Experimente agradecer a Deus o que tem agora e onde está agora e mantenha a expectativa pelo que Ele fará em seguida.

“Senhor, ajuda-me a manter meus olhos em ti e te agradecer por tudo, mesmo que eu ache que não mereça ou não entenda o que estou passando hoje.“

Vinicios Torres

Insatisfação Midiática

“Sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões” (1 Tessalonicenses 5:17)

Às vezes a gente recebe sabedoria de lugares inusitados. Hoje recebi um e-mail do blogue do Set Godin, guru de marketing americano, que me fez pensar. Traduzi rapidamente para você aqui:

O motor do nosso descontentamento

“Quando a TV foi adotada pela primeira vez, foi um presente mágico. Os shows uniram nossa cultura e os anúncios alimentaram um boom consumidor aparentemente infinito.

Hoje, porém, os comerciantes transformaram a televisão em um instrumento de insatisfação. Os shows alienam a muitos, porque eles trazem um mundo idealizado e caro para as casas de pessoas que cada vez mais não podem pagar. E os anúncios relembram quase todos que suas vidas estão incompletas e infelizes – a menos que comprem o que está sendo oferecido. Pior, as notícias por TV paga são otimizadas para chocar, assustar e dividir as pessoas que a observam.

A mídia social pode amplificar todos esses ciclos descendentes. São 1000 vezes TV.

Daí uma classe média, milhões de pessoas que seriam tão ricas como reis em qualquer outro momento ou lugar, estão angustiadas e desapontadas e se sentem deixadas para trás. Vítimas de um regime de mídia onde elas são o usuário e o produto.

Toda vez que a TV e as mídias sociais consomem um tempo significativo em uma casa, o prazer aumenta e a felicidade diminui.

A solução é simples e difícil.

Podemos desligá-la.

Se não conseguir o que você precisa ou deseja, desligue-a por algumas horas.”

Este método do marketing moderno de te tornar insatisfeito com o que você é e com o que você tem colide frontalmente com o conselho bíblico.

O Novo Testamento fala mais de uma vez sobre a necessidade de aprender a estar satisfeitos com o que temos (1 Timóteo 6:6-8; Hebreus 13:5; Lucas 3:14).

A satisfação não anula o desejo de melhoria, ela equilibra o nosso coração para não cair na ganância. A satisfação ajuda-nos a usufruir plenamente o que temos para hoje enquanto trabalhamos pacientemente pelo melhor no futuro.

O insatisfeito e ganancioso está sempre olhando para o que tem e desprezando por desejar mais.

Quando nos tornamos condicionados por este descontentamento midiático, nada nos satisfará e dará prazer por muito tempo. O único prazer experimentado pelo insatisfeito é da conquista do bem/prazer desejado. Assim que a compra termina, o prazer termina, pois a insatisfação instalada no coração já faz ele começar a desejar outra coisa.

Essa insatisfação midiática não nos deixa reconhecer a provisão de Deus. Estamos sempre pedindo, mas não entendemos o que recebemos. Não nos tornamos gratos pela vida e provisão que Deus nos dá.

Quando eu era criança havia um segmento de evangélicos conhecido pelo extremismo de proibir a TV, pois dizia que ela era instrumento do diabo para nos desviar de Deus.

Começo a achar que eles tinham razão.

“Senhor, ajuda-nos a desligar-nos do que nos afasta de Ti e ensina-nos a estar satisfeitos com o que recebemos da tua mão.“

Vinicios Torres

Oração e Relacionamentos

“Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Em verdade, em verdade vos digo que o servo não é maior do que seu senhor, nem o enviado, maior do que aquele que o enviou. Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.” (João 13:14-17)

Uma das coisas que temos visto acontecer com muita intensidade na igreja de hoje é o uso dos relacionamentos apenas para atingir um determinado fim.

Antigamente (isso é, há uns poucos anos) éramos ensinados que somos servos de Jesus Cristo, o Senhor, e que deveríamos seguir o seu exemplo e servir ao nosso próximo em amor (João 15:12). Jesus disse que seríamos conhecidos como seus discípulos quando o mundo reconhecesse o amor com que nos amássemos uns aos outros (João 13:35).

Atualmente, somos tudo, de reis e príncipes a administradores e líderes, que temos que conquistar as pessoas para nos seguirem e fazerem parte da nossa “turma” (substitua turma pelo nome que você costuma ouvir). As pessoas devem ser convencidas a obedecerem o método que foi implantado na igreja independente de compreenderem o motivo pelo qual fazem o que fazem.

Não sou contra métodos. Ao contrário disso, estudo processos empresariais e sei a otimização e o aumento da eficiência que um método bem definido pode trazer a qualquer organização. O problema é quando o método substitui o relacionamento na igreja.

O método pode ajudar a encher a igreja. Mas o método não cura feridas, não satisfaz a solidão, não consola a tristeza, não muda o caráter. Essas coisas só acontecem com relacionamentos profundos e amorosos, que geralmente levarão bastante tempo para se consolidarem.

Junto com o relacionamento, a oração constante e consistente uns pelos outros trará a cura, o consolo e a mudança desejada diretamente do trono do Altíssimo.

Como tem sido a sua experiência de grupo na sua igreja? Tem sido de relacionamento vivo ou de processo mecânico? Você ora regularmente pelas pessoas com quem se relaciona em seu grupo?

Vinicios Torres

O Que Você Fala Para Si?

“Por que estás abatida, ó minha alma, e por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei.” (Salmo 42:11)

Você já falou sozinho?

Há algum tempo, ao ler este salmo, percebi que o salmista estava falando consigo mesmo. Ou seja, nos termos atuais, falando sozinho.

Esta é uma ação que a maioria das pessoas considera estranha. Ela é muitas vezes associada às pessoas mentalmente desestabilizadas, principalmente aquelas que conversam com amigos imaginários que só elas veem.

Mas, examinando a maioria da população que pensa que é mentalmente saudável (como nós, por exemplo) chegamos a conclusão que todos falamos conosco mesmos de alguma maneira. A grande maioria o faz apenas mentalmente, sem emitir sons audíveis. Alguns o fazem o fazem em voz alta quando estão sozinhos.

Essas auto-conversas são muito importantes. Elas muitas vezes induzem um estado mental que pode nos animar ou destruir a nossa tranquilidade. Quantas vezes ao pensar sobre um problema você começa a enumerar para si mesmo uma relação de motivos porque tudo vai dar errado? Ou quando vai a uma entrevista de emprego fica dizendo a si mesmo as razões pelas quais você não vai conseguir o trabalho?

O apóstolo Tiago ensina em sua carta que a língua pode determinar a direção do corpo da mesma maneira que um pequeno leme pode determinar a direção de um grande navio. (Tiago 3:3-12) Aquilo que você diz a você mesmo pode levá-lo à vitória ou à derrota dependendo daquilo que você diz.

Davi estava passando por tempos difíceis e constatou que estava abatido pelos problemas. Situação comum a todos nós. A vida nos traz problemas e muitas vezes as energias, sejam físicas, mentais ou espirituais, podem se esgotar. É natural isso acontecer. Ele poderia simplesmente ter percebido isso e ficado sentado num canto da caverna dizendo a si mesmo: “Ó vida, ó azar. Pobre de mim. Prometido rei e acabado perseguido, que será de mim?”

Porém, o que ele disse para si? “Por que você está abatido? Qual o motivo de ficar assim? Afinal de contas, temos a promessa de Deus, então espera nEle, pois ainda haveremos de louvá-lo pelo cumprimento das suas promessas!”

Em vez de dar ouvidos às palavras negativas devido às circunstâncias ele passou a falar para si mesmo palavras de ânimo e incentivo, palavras que mudavam o seu estado emocional para melhor.

Ele não fazia isso sem base. A sua base eram as promessas da Palavra de Deus que haviam sido dadas a ele e sua experiência do cuidado constante de Deus na sua vida.

O profeta Jeremias, em suas lamentações, em determinado momento diz: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.” (Jeremias 3:21)

O que você anda dizendo para si mesmo? Qual é o conteúdo das suas auto-conversas?

Quero desafiá-lo a examinar essas conversas e passar a usá-las como ferramenta de edificação própria. Em tempos de dificuldades e tristezas, se necessário for, vá para a frente do espelho, olhe-se bem e diga para si mesmo:

“Por que você está assim? Espere em Deus, pois você ainda há de louvá-lo!“

Vinicios Torres

Foco nas Ações que Transformam

“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus.” (Efésios 5:15)

Já fiz duas considerações inspiradas na citação de Charles Spurgeon abaixo:

“Por que alguns cristãos, apesar de ouvirem mil bons sermões, não têm avanço na vida espiritual? Porque eles negligenciam sua obrigação, seu quarto fechado, a solidão com Deus… eles não meditam no que ouviram. Eles “amam” o trigo, mas não moê-lo. Eles teriam o milho, mas eles não irão ao campo colhê-lo. O fruto está pendurado, mas eles não vão estender a mão. A água está fluindo em seus pés, mas eles não vão se inclinar para beber… Irão reclamar porque outros não fazem isso para eles… De tal loucura livrai-nos, ó Deus!”

– Charles Spurgeon

Hoje, gostaria de perguntar a você: quantas vezes já realizou tarefas ou se envolveu em programas sem ter um propósito claro e definido, um alvo a atingir? Quanto tempo já gastou fazendo coisas que depois você olhou para trás e se perguntou do que adiantou? Para que serviu?

O apóstolo Paulo diz nessa passagem que devemos “ver prudentemente como andamos”, ou seja, devemos ter sob controle o tempo gasto nas atividades de nossa vida, pois, como ele diz, “os tempos são maus”. Paulo estava falando da época em que vivia e ele tinha consciência de que deveria aproveitar todas as oportunidades e realizar o máximo possível, pois sabia que a qualquer momento poderia ser preso, ou morto, e ele não queria terminar a vida com a sensação de não ter realizado o que Deus lhe tinha proposto.

Pelas tom das suas cartas, Paulo transparecia a preocupação de realizar as atividades certas para atingir os melhores resultados. Ele tinha um foco claro, fazia o que sabia que o dirigiria para esse foco, delegava as tarefas para os companheiros de ministério e os orientava para que eles também alcançassem os objetivos propostos (vide especificamente as cartas a Timóteo e Tito, por exemplo).

, você seria capaz de parar e listar em um papel tudo o que fez na semana passada e avaliar o quanto cada uma das atividades que realizou contribuiu para levar você a algum dos alvos propostos para sua vida? Tem coragem de enfrentar a realidade de que boa parte do que faz não ajuda a ir a lugar nenhum?

Você pode sonhar, orar, chorar, pedir, gritar, estudar, ler, assistir televisão (ou vídeo na internet), ver a timeline infinita do Facebook e mais outras coisas, mas nada mudará na sua vida se você não decidir AGIR.

São as ações que você decidir realizar que levarão você na direção que deseja.

Cada ação criará um resultado que poderá agregar ou não ao seu objetivo. Decida pelas ações que ajudarão você a ir em frente e evite aquelas que não adicionam nada ou apenas fazem você “passar o tempo”. O mundo, e o sistema diabólico por trás dele, convencem as pessoas de que elas devem se sentar em frente a uma televisão (ou um computador/celular) e relaxar. O que ele está fazendo é amarrar milhões de vidas a uma existência medíocre, abaixo da real capacidade de realização do ser humano, por falta de ação focada em um objetivo de vida claro.

Você deve, sim, gastar tempo em oração e receber de Deus a inspiração para seu objetivo de vida. Uma vez recebida essa inspiração é sua responsabilidade escolher as ações corretas para torná-la realidade.

“Senhor, ajuda-nos a te ouvir tão claramente que não tenhamos dúvidas em escolher corretamente como usar o nosso tempo nas ações que transformarão nossas vidas e o mundo ao nosso redor.”