Mário Fernandez

Efêmeros

“Pois toda carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor;” (1 Pedro 1:24 ARA)

Quando eu tinha a idade que os meus filhos têm hoje, entre 12 e 15 anos, eu olhava para um homem de 30 anos e pensava “ele é um velho”. Um homem de 50 anos me despertava pena, pois eu pensava “logo vai morrer, é muito velho”. Alguém com mais de 70 anos me deixava intrigado como ainda estava andando.

Passaram-se os anos e, hoje com mais de 40 invernos, meu pensamento amadureceu e mudou muito, mas algo Deus me fez perceber. Eu sou exatamente aquilo que eu observava nos homens de 40 anos, quando eu tinha meus 14. Eu via barrigas, cabelos brancos, algumas rugas, em uma rampa decrescente de vigor, como que murchando lentamente. Acho que não sou o único…

No sentido inverso vem nosso ser imaterial, com alma e espírito em aperfeiçoamento contínuo, clamando por uma carroceria que suporte mais impactos para poder fazer mais. Como sempre, a Palavra de Deus estava certa e eu errado. Não sou velho como pensava que eram os homens de 40 anos, mas sem dúvida a erva começa a secar. Isso pode desanimar a algums, mas não a mim.

Isso me faz focar no que realmente é importante, pois perdi muito tempo com coisas sem nenhum valor. Me faz também lembrar que meu destino é eterno e minha caminhada é passageira. Me faz perceber coisas que valem a pena. Vejo o valor das verdadeiras amizades, com pessoas que, como eu, estão caminhando, uns no vigor dos 18 anos e outros mais adiantados no secar da erva. Vejo o valor de aprender a Palavra de Deus e gastar tempo na Sua Presença. Vejo o quanto me renova e me fortalece investir no Reino de Deus e não neste mundo. Tenho gratidão pelo privilégio de chegar ao ponto de ver a erva começar a secar, mas entender que ainda tem muito chão pela frente até que caia a flor. Tenho gratidão pela alegria dos bons momentos e pelo ensino dos momentos difíceis.

Viverei ainda muitos anos para glória do Senhor, mas jamais voltarei a ser jovem como fui um dia. Sou grato por isso.

“Pai, obrigado pelo dom da vida que traz consigo essa dinâmica de um dia envelhecer por fora. Tua Presença me anima e me renova. Obrigado por me dar vida e me receber em Teu Reino.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Humildade

“Porque, se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana.” (Gálatas 6:3 ARA)

Estou impressionado com a capacidade de algumas pessoas elogiarem, motivarem, enaltecerem e engrandecerem – a si mesmas, como se fossem o centro do universo. Quem ouve, em parte pensa que se fala de uma instituição de caridade ou de algum virtuoso grupo de sábios e entendidos que dominam determinado assunto. Engano, trata-se de um arrogante falando de si. Não cita nomes nem deixa pista de quem seja, mas creia-me é um ser humano.

Fico olhando para Jesus Cristo e vejo o contrário, pois sendo Ele tudo que é, nunca reclamou isso para si. Meu querido leitor, nenhum de nós é absolutamente NADA a não ser objeto do amor de Deus, nosso Pai. Se tirar isso, não servimos nem para adubo, nem para poeira de beira de estrada. Se somos alguma coisa é por causa do amor de Deus e nada mais, com tudo que isso implica.

Mas a figura que inspirou esta meditação não é assim. Fala de si como quem fala de outro, enaltece até os defeitos como os mais belos defeitos que alguém possa ter. Imagino que ao levantar olha-se no espelho, cedo pela manhã, e deve dizer (imagino) “quão grande és tu. quão formoso és, tal como outro não há. não há outro como tu nem em cima no céu nem embaixo na terra. exaltado seja o teu nome. louvado sejas tu. os reis dos povos se prostrarão ante a ti. Curvemo-nos todos diante de ti.”

Pareceu exagero teatral? Pode ser. Mas será que eu e você não temos uma pitadinha disso de vez em quando? Mesmo nas mais nobres ações podem aparecer atitudes menos virtuosas. Posso ter orgulho do que preguei, das curas daqueles pelos quem orei, até daquilo que escrevo aqui. Minha carne pede por isso. Mas se eu não me vigiar, entrando por este caminho, serei eu na frente do espelho dizendo a mim o que deveria dizer a Deus. Cuidado, quem pensa de si mais do que convem se engana. Com a graça de Deus tenho conhecido e convivido com homens que me inspiram neste sentido. Conversei com um pastor de 20.000 pessoas e quase que o confundo com um dos diáconos, de tão simples que ele era. Me inspirou.

Cuidado e prudência, meu querido, para não ser engando por si mesmo.

“Senhor, misericórdia. Não quero pensar de mim absolutamente nada a não ser que Teu amor é tudo para mim e Tua graça melhor que a vida. Mais do que isso, livra-me.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Imitadores

“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” (1 Coríntios 11:1 ARA)

Tem um livro relativamente antigo que levantava o questionamento “em seus passos o que faria Jesus?”. Era muito bom, foi reeditado recentemente e, realmente, é uma boa leitura. Mas minha liderança tem me levado a meditar no contrário: no lugar de Jesus, o que você faria?

Se somos nós os imitadores Dele, devemos tentar fazer o que Ele fez ou faria. É o mesmo questionamento, mas no sentido inverso. Você iria para a cruz calado? Seria obediente até a morte humilhante? Perdoaria seus ofensores? Acolheria pecadores e toda raça de gente ruim? Gastaria sola de sapato para pregar onde ninguém tem interesse de ouvir? Manteria na equipe um discípulo ladrão e traidor mesmo sabendo? E um que o negaria? E outros que parece que nada fazem? O que você faria nos passos de Jesus?

Talvez pensar isso hoje à luz da época seja dificil para nós, mas podemos trazer para nossos dias. Quantos sapatos temos no armário? Quantos de nós são gordos por pura gula, enquanto outros não tem o básico para comer? Tenho amigos que carregam 3 celulares e ganham menos do que eu. Estou provocando uma reflexão e não defendendo uma doutrina. Podemos ter bens neste mundo, mas devemos parar e avaliar, de tempos em tempos, se estamos imitando a Jesus de Nazaré ou se estamos tratando dessa vida como se fôssemos viver aqui para sempre – mentira e engano.

O que é eterno deveria ter mais valor do que o que é passageiro e isso só vai ser verdadeiro se tivermos atitude compatível. Falar é facil, difícil é decidir e agir certo. Quando olhamos ao nosso redor vemos pessoas necessitando de serem servidas de uma ou outra forma, nem sempre material, e vemos coisas para serem feitas. Pergunte-se: Jesus faria? Ou deixaria para algum Pedro fazer? Ouça seu coração e aja com sinceridade, pois talvez, num determinado momento, isso mude a vida de alguém. Ou a sua.

“Pai, não quero ser intrometido nem dominado pela negligência. Ensina-me a ter critério e decidir o que devo fazer, inspirado no Teu Filho Jesus, meu modelo e meu Senhor.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Confirmação

“No tocante a Deus, professam conhecê-lo; entretanto, o negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra.” (Tito 1:16 ARA)

Paulo se refere às pessoas que não têm uma vida coerente entre o que dizem e o que praticam. Infelizmente, pessoas assim existiram naquele tempo e continuam existindo, ainda que, tantas vezes, tenham sido confrontadas.

Na minha caminhada como pastor conheci muita gente, dos bem simples aos mais complicados, os realmente sinceros e os compulsivamente mentirosos, gente honesta e gente que não valia a sombra que fazia ao sol. Isso me ensinou algo que este versículo exemplifica muito bem: as palavras falam menos que as atitudes. Basta tirar o cargo de uma pessoa para ver se ela tem, de fato, o coração naquilo que faz. Basta colocá-lo em anonimato para descobrir a real paixão. Ouvi uma frase marcante algum tempo atrás: não consigo escutar o que voce diz, suas atitudes estão falando muito mais alto.

Qualquer pessoa que tem um mínimo entendimento de Deus e do Seu Reino, compreende o princípio de ser aprovado ou reprovado. Ser abominável quase não precisa de explicação e qualquer um compreende o que é um desobediente, um rebelde. Nada disso é elogio, nada disso melhora a vida de ninguém. Nossas atitudes e ações revelam o que somos, mais cedo ou mais tarde. Ao passar de largo por um faminto ignorando-o, demonstro o amor que tenho pelos necessitados. Ou a falta dele. Ao evitar de servir em uma igreja local, apresento minha opinião sobre o meu Deus.

Ademais, é importante frisar que reações também contam e também são obras. A maneira como reajo em uma situação ruim, contrária ao meu gosto ou opinião, ou a um confronto, revela igualmente quem sou. É muito mais fácil agir bem do que reagir bem. Analise e constate: não tem como ser manso e humilde em todas as reações apenas usando nosso caráter natural. É preciso ação de Deus em nós. Cabe aos esclarecidos agir bem e reagir ainda melhor.

“Senhor, eu quero ser aprovado por Ti e não quero que minhas atitudes, em ações e reações, deponham contra minhas palavras. Ajuda-me e fortalece-me para encontrar uma forma de me deixar moldar pelo Teu Espírito tendo assim o Teu caráter.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Multiplicação

“E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões.” (Mateus 14:19 ARA)

De vez em quando eu sou convidado para ministrar em alguma igreja, fora das congregações da minha igreja local. Geralmente são lugares pequenos, com poucas pessoas, que nos conhecem por algum relacionamento. Nem sempre posso aceitar, mas gosto de comparecer. Alguns, contudo, não valorizam este tipo de oportunidade e preferem os eventos e locais maiores.

A mim parece que Jesus tinha uma predisposição para fazer muito partindo de pouco, nos ensinando com isso que o princípio de valorizar o pouco para merecer o muito é de fato um princípio e não apenas uma recomendação. Se fosse pela lógica, ele teria muliplicado moedas e comprado toneladas de pães para este povo, algo que estamos acostumados a pensar nos nossos dias. Mas o povo não precisava de dinheiro, precisava comer.

Ao não desprezar cinco pães e dois peixes, Jesus nos ensina que, às vezes, precisamos focar no alvo que queremos. Queremos ter uma vida melhor ou queremos ganhar dinheiro? Queremos viver mais tempo ou queremos desfrutar mais de Sua presença? Queremos ganhar pessoas e cuidar bem delas ou só queremos pregar a Palavra? O que queremos define ou revela nossas intenções. Se for para dar de comer, algum pão resolverá. Se for apenas para fazer um milagre, teremos de catar moedas.

Quando vou ministrar em uma igreja pequena vejo ali, pela fé, uma multidão, não para mim mas para a liderança local. Exercito ver naquele lugar um grande grupo que dali alguns anos vai me convidar novamente e comentar como foi importante um dia em que Deus me usou enquanto eram poucos. Procuro ter olhos multiplicadores, pois isso não é coisa deste mundo assim como uma conta que, por mais que olhe para ela, só posso pagá-la com dinheiro.

Quem quer receber de Deus precisa aprender a olhar com fé e ver o que ainda não chegou como sendo real, principalmente se for bem pequeno. Era assim que Jesus fazia…

“Pai, obrigado por me permitir aprender com Teu Filho a respeito desse ensino, pois o meu homem natural pensa diferente. Ensina-me a ter fé para ver a multiplicação antes dela se concretizar.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Carta Viva

“Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,” (2 Coríntios 3:2 ARA)

Ouvi, algumas semanas atrás, um pregador falando deste texto e se referindo ao quanto era importante uma carta de recomendação e que o apóstolo Paulo não precisava delas, ele tinha cartas vivas que o recomendavam.

Mas, fiquei a pensar no tempo em que vivemos e em um outro lado desse assunto. Vivemos um tempo de mau testemunho de tantos líderes, escândalos envolvendo igrejas e lideranças, tanta coisa ruim que não deveria acontecer. Não quero entrar no mérito do que é verdade ou não, mas o fato é que mesmo com carta de recomendação algumas situações seriam ruins. Por outro lado, aqueles que estão acima de suspeita e bem posicionados, não precisam de carta alguma, pois são recomendados pelas pessoas.

Mas o outro lado somos nós, as cartas vivas. Aquilo que foi ensinado, que foi ministrado, aquilo em que fomos servidos, isso é o texto de nossa carta de recomendação. Temos de dar honra a quem honra merece e nossos mestres e pastores nos proporcionam algo. Sempre que pudermos, devemos incentivá-los, elogiá-los e cobrir suas vidas de oração. Meu pastor tem sua agenda comprometida para os próximos dois anos, pois é um homem muito procurado e muito respeitado. Nunca vi uma carta de recomendação dele, mas já vi muita gente honrando aquilo que recebeu de Deus através dele. São cartas vivas.

Mas, não podemos dar o que não temos. Como ser carta de recomendação de homens de Deus se não temos conteúdo, se não os ouvirmos e não nos deixarmos ministrar? Não estou tão preocupado em recomendar alguém, mas me preocupa não ter o que dizer por não ter sido abençoado. Será que sempre é o pregador que é ruim ou, às vezes, eu que não me dispuz a ouvir a voz de Deus?

Não tenho resposta, mas levanto um questionamento para pensarmos. De que vale uma grande mensagem sem alguém para ouvir e desfrutar? Eu quero estar do lado certo e agindo corretamente.

“Senhor, às vezes é difícil receber mas eu quero ter o coração de quem é abençoado para abençoar a outros. Ensina-me a ter um coração disposto e generoso.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Omissão

“Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando.” (Tiago 4:17 ARA)

Eu já devo ter ouvido uma centena de pregações baseadas neste texto e creio que você também. Já ouvi argumentos de que quem não avaliza deixa de fazer o bem por isso peca, quem não oferta para missões, quem não perdoa, etc.

O fato e a realidade é que ter ouvido mensagens ou não é pouco relevante, pois o que conta é se eu prestei atenção ou somente escutei, ou seja, quanto isso me mudou. Tenho de reconhecer que muitas coisas verdadeiras e relevantes que ouço não pratico, às vezes, por fraqueza (incapacidade) e, às vezes, por simples negligência. Isso precisa mudar.

Se prestarmos atenção ao nosso redor, veremos pessoas com necessidades que não são financeiras. Os carentes de abraço borbulham ao meu redor, os chorosos se enfileiram, os deprimidos estão sempre ali. Não é difícil quando nos dispomos a olhar.

No último domingo me dediquei a andar pelos corredores e abraçar pessoas, orar com pessoas, apertar a mão de pessoas, abençoar pessoas, dizer palavras de ânimo, me apresentar aos que não conheço, servir água a um ou outro. Meu querido, é inacreditável o efeito. Indescritível ver as lágrimas de pessoas que me olhavam como se eu soubesse tudo da vida delas, mas na verdade eu apenas disse “amado de Deus, que bom vê-lo aqui comigo adorando”. Fiquei impressionado com o efeito disso no meio do povo, as pessoas apontavam para mim comentando umas com as outras.

MAS não se iluda e não me tenha por super-espiritual. Eu recebi esta direção, fui orientado a fazer isso, fui desafiado a agir diferente. Meus líderes são mais do que inspiração para mim, são direção para minha vida. Eu apenas obedeci e fui tão abençoado, imagine se eu fizesse por iniciativa.

Constatei o que sabemos há tantos anos: deixar de pecar nos faz sentir melhor, nos faz agir melhor, nos faz pessoas melhores. Até em coisas simples como distribuir abraços, Deus fala conosco e nos faz crescer tanto. Ele é maravilhoso…

“Senhor, se tanta coisa pode mudar ao meu redor por gestos tão simples, peço Tua ajuda para não me deixar esmorecer. É fundamental agir diferente e fazer o bem, para não pecar. Preciso de Ti, preciso do Teu toque. Ajuda-me Pai.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Jesus

“Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou?” (Mateus 16:15 ARA)

Vivemos dias difíceis, no qual a impressão que as pessoas têm de Deus, do Reino e da igreja está nublada. Há escândalos, problemas e situações acontecendo e, embora eu considere isso relativamente normal para o tempo em que vivemos, não nos isenta de ser claros. Corrobora essa impressão algumas estatísticas dando conta de que tem mais evangélicos fora da igreja do que dentro.

Para mim o ponto central é “quem Jesus é para mim?”, que responde a pergunta do versículo acima. Vou dizer o que Ele é para mim. Se O tenho por amigo, vou dizer que é um amigo. Se é meu Salvador, direi que Ele é O Salvador. Se Ele é meu dono e Senhor, direi isso Dele. Mas é necessário que Ele seja algo na minha vida, do contrário terei apenas respostas teóricas, filosóficas e nada conclusivas – um personagem histórico, um profeta do Oriente Médio, o fundador do cristianismo, etc.

Jesus é o Filho do Deus Vivo, a encarnação de Deus em forma humana, o enviado do Pai a este mundo perdido. Esta foi a resposta de Pedro e é a melhor resposta. Isso Ele é para mim, sem dúvida alguma. Posso dizer que Ele é meu Mestre, meu Senhor, meu Dono, meu Redentor, meu melhor amigo – minha vida comprova isso, todos os que conviverem um pouco comigo verão que Ele é o centro de tudo que penso e faço.

E quanto a você? Já parou para analisar se Jesus não foi colocado em sua vida apenas como o “cara do Natal” ou “o homem da cruz”? Talvez depois de anos frequentando igreja nem se pergunte mais o que Ele representa hoje para você. Talvez por nunca ter frequentado ou se firmado em uma igreja você não tenha nada a dizer. Eu não sei, mas Ele sabe.

Tenho total certeza e convicção de que, se cada um de nós avaliar, terá algo a dizer. A resposta revelará o que temos no coração. Aí será o momento exato de tomar uma atitude: ajustar-se ao lado Dele ou correr Dele de vez. Cada um, obviamente, arcando com o ônus e o bônus de sua decisão.

“Pai, eu tenho algo a dizer sobre Jesus por que Ele é tudo para mim, mas nem todos são assim ou compreendem isso. Ajuda-me a esclarecer esses queridos e a viver de acordo com o que creio.”

Mário Fernandez