Mário Fernandez

O Dia

“Tendo por certo isto mesmo: que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao Dia de Jesus Cristo.” (Filipenses 1:6 ARC)

A gente esquece das coisas que Deus fez com tanta facilidade! Num dia é “aleluia, estou salvo” e na semana seguinte “como esse pastor prega mal” ou “onde essa igreja enfia tanto dinheiro?” Parece que, se Deus interrompesse o processo de aperfeiçoamento, muitos (e me refiro a muitos mesmo) voltariaM para a lama. Não bastasse aqueles que nunca mudam de hábitos, ainda temos alguns que parecem apenas trocar seus pecados de embalagem.

Nenhum de nós é pefeito e nossas imperfeições têm diferentes nomes e consequências. Isso não é importante. O que realmente importa é se hoje sou um cristão melhor que ontem e se estou disposto, íntima e sinceramente, a amanhã ser ainda melhor. Quando digo melhor me refiro a vencer vícios, sejam eles grandiosos ou simples como a famosa “mentirinha”. Refiro-me a deixar de lado costumes inconvenientes, como a fofoca e a grosseria. É ser fiel e leal com suas lideranças, honrando-as mesmo naqueles momentos em que não merecem (não apenas não parecem merecer mas não merecem mesmo).

Ser cristão é ser uma obra inacabada de propósito. É olhar para frente e dizer “não cheguei ainda mas chegarei” e persistir no caminho da santidade. A boa obra em nós começada continuará sendo aperfeiçoada, mas nós temos uma parcela de participação nisso. Precisamos, sim, buscar a Deus, orar, vencer desafios de caráter, desenvolver uma conduta mais e mais santa.

Não sabemos quando será o dia de Cristo. Pode ser ainda hoje, pode ser no dia em que você ler esta devocional e pode ser que partamos todos nós, desta geração, antes que Ele venha. Não sabemos. Temos indícios e tudo indica que será breve, mas o fato é que não sabemos. Assim sendo, o que nos resta é cumprir a nossa parte e continuar sendo aperfeiçoados continuamente. A obra não está pronta, isso é certo.

“Pai, obrigado por não desistir de mim e nunca interromper o processo de aperfeiçoamento sobre a minha vida. Ensina-me a caminhar em aperfeiçoamento constante.”

Mário Fernandez

Vinicios Torres

Alegria

“O pessimismo é humor; o otimismo é vontade.”
Émile-Auguste Chartier

Sempre achei curioso como o apóstolo Paulo faz algumas recomendações práticas ao final de suas cartas. Ele começa a maioria das cartas com conceitos e termina com conselhos. Uma das recomendações que sempre me chamou a atenção é “Alegrai-vos sempre” (1 Tessalonicenses 5:16).

Como é possível praticar isso quando o dia não está indo do jeito que a gente planejou? Como se alegrar depois de ter ouvido o que não precisava ouvir? Ter sido mal tratado pelo chefe? Ter levado uma batida no carro?

A afirmação de Chartier dá-nos uma ideia do porque é possível. Para ser negativo basta deixar as coisas correrem soltas; em pouco tempo alguma coisa sai errado e você já tem motivo para ficar de mau humor. Mas para olhar as coisas de maneira positiva e enxergar uma possibilidade onde não se vê chance alguma é preciso esforço.

Paulo, já naquela época, conhecia o funcionamento da mente humana e sabia que quem se esfoça para ser alegre e positivo consegue melhores resultados na vida. E ainda propõe fazer isso com a ajuda daquele que Cristo enviou para ser nosso ajudador (paráclito) e que habita dentro de nós: o Espírito Santo.

Ou seja, além de não termos motivo para temer a vida, pois não estamos sozinhos, ainda temos a nossa disposição a ajuda necessária para fazermos o que tem de ser feito.

Portanto, ao olhar para o dia de hoje, obedeça a Palavra: Alegre-se!

Vinicios Torres

Vinicios Torres

Você dá Flores em Vida?

“Os dias em que vivemos são maus; por isso aproveitem bem todas as oportunidades que vocês têm.” (Efésios 5:16 NTLH)

No blog do Eliseu Schmidt (https://esdata.eti.br/blog/?p=132), li o seguinte post.

Em seu livro Jesus Coach, Laurie Beth Jones escreveu:

Meu amigo Joe Mathews compartilhou comigo uma história comovente. A esposa de seu melhor amigo recebeu o diagnóstico de câncer terminal e lhe disseram que tinha pouco tempo de vida. Joe contou que observou, admirado, Dan e a esposa. Christine, passando a viver cada dia com uma pureza e um amor tremendos. Quando ela estava quase no fim da vida, Joe finalmente reuniu coragem para perguntar uma coisa a Christine:

– Qual é a sensação de viver cada dia sabendo que está morrendo?

Ela se apoiou em um dos cotovelos e, em seguida, lhe perguntou:

– Joe, qual é a sensação de viver cada dia fingindo que você não está morrendo?

A primeira coisa que me chamou a atenção foi perceber como frequentemente ouvimos de pessoas que, às portas da morte, se conscientizaram e passaram a dar valor às pessoas amadas e a tratá-las com o respeito e a dedicação que sempre mereceram. Antes assim do que nunca. Mas da perspectiva de Christine, estamos caminhando para a morte todos nós, independentemente de estarmos doentes ou não.

Conversava há alguns dias com um amigo e ele me dizia que uma das artimanhas mais utilizadas pelo Diabo para anular o efeito que a nossa vida pode ter é a de deixar-nos constantemente ocupados. Estamos sempre correndo para manter as tarefas e compromissos em dia, para ler todos os e-mails, responder todos os recados, seguir todos os tweets, visitar todos os sites, assistir todos os filmes, arquivar todos os arquivos. Quando não é em casa, é no trabalho, na igreja, na escola, no shopping, no supermercado, na associação, no trânsito. Quando vemos passou o dia e estamos esgotados sem condições de dedicar atenção a quem realmente importa.

Isso tudo me fez lembrar um pregador que sempre falava que nunca tinha visto um caminhão de mudança seguindo uma procissão de enterro. Dizia isso para lembrar que as coisas materiais e posições sociais conquistados duramente durante a vida nada significam se, para consegui-los, você teve que afastar para longe as pessoas que ama.

A segunda coisa que me chamou a atenção é: por que não tratamos as pessoas que amamos sempre da maneira correta? Por que temos esta atitude insana de deixar para amanhã? Estamos sempre correndo atrás de alguma coisa que nós achamos que, quando conseguirmos, compensará todas as vezes que fomos omissos? Pior ainda, por que tantas vezes, conscientemente, ignoramos e negamos aos nossos amados a nossa presença, carinho e atenção?

Cada vez que perdemos a oportunidade de tratar com valor e respeito aos nossos amados é uma chance perdida de tornar a vida, deles e nossa, boa, agradável e significativa.

A terceira coisa que me chamou a atenção é que o casal em questão teve a oportunidade de saber quando a morte estava chegando e, por isso, tiveram a oportunidade de desenvolver um comportamento que tornou aqueles últimos dias significativos para ambos. Mas quem disse que a morte sempre manda aviso prévio?

A música “Flores em Vida”, de Paulo César Baruk (https://www.youtube.com/watch?v=Kt1Izjm6G6Y), nos alerta para as tantas oportunidades perdidas e para o sentimento de perda e arrependimento que fica quando a morte leva inesperadamente a quem amamos. Ficamos dolorosamente conscientes que já não poderemos mais expressar o apreço, o carinho e o valor que deveríamos.

É curioso que, na maioria das vezes, não ficamos cobrando o que não recebemos, mas o que dói é o fato de que não mais podemos dar aquilo que poderíamos ter dado no tempo devido.

Não retenha o amor. Não economize o carinho. Não guarde o elogio e a apreciação. Não deixe de perdoar. Esforce-se para estar junto. Transmita a sua confiança ao olhar a pessoa que ama. Alegre o ambiente ao sorrir com sinceridade e satisfação por estar com ela. Use palavras positivas e cheias de esperança.

Com certeza, ao viver assim, poderemos olhar para trás e saber que fizemos tudo o que deveríamos ter feito e vivido da maneira que deveríamos ter vivido com aqueles a quem amamos.

Vinicios Torres

Mário Fernandez

Nunca Aprendem

“Pois entre estes se encontram os que penetram sorrateiramente nas casas e conseguem cativar mulherinhas sobrecarregadas de pecados, conduzidas de várias paixões, que aprendem sempre e jamais podem chegar ao conhecimento da verdade.” (2 Timóteo 3:6-7 ARA)

Ao nos darmos conta de que este texto é escrito para pessoas que estão dentro da igreja, quase ficamos em pânico. Paulo está falando de pessoas de caráter totalmente defeituoso, divergente do caráter de Cristo. Mas o dano que estas pessoas causam à igreja de Cristo vai além de si mesmos invadindo, por assim dizer, casas de pessoas inocentes.

O fato das ‘vitimas’ serem pessoas de vida carregada de pecados, ajuda a entender um pouco o motivo delas aprenderem sempre mas conhecerem nunca. Estamos rodeados de pessoas na igreja local que estavam lá quando chegamos, continuam lá até hoje, mas não passam de pessoas sobrecarregadas e cheias de paixões carnais. O texto de Paulo aqui fala de mulheres, mas não é difícil encontrar homens na mesma condição.

Pessoas que aprendem mas não chegam ao conhecimento são aquelas pessoas que têm sua mente focada no que é ensinado, mas não aplicam seu coração nisso. Ou não aplicam o ensino ao coração, como preferir. O fato é que tem coisas que não passam de conhecimento intelectual e isso não muda a vida, apenas dá um polimento – se tanto. O que muda é algo que toca o coração, algo que a pessoa se apaixone, se identifique, deseje ardentemente para si. Sabermos que o dinheiro existe não nos faz pecar, pecamos quando o desejamos. Saber da existência de algo é pouco edificante.

Paulo nos adverte que aqueles sobrecarrgados(as) de pecado não chegam ao conhecimento da verdade. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Ele chamou os cansados e sobrecarregados para aliviá-los. Tudo aponta para Jesus de Nazaré. Saber que Ele existe não muda a vida de ninguém. Mas chegar ao íntimo conhecimento Dele, ter amizade e relacionamento com Ele, ser seguidor Dele – isso muda a vida e muda, literalmente, para sempre.

“Deus querido, me ajuda a desenvolver no coração o desejo pelas Tuas coisas, que supere meu conhecimento intelectual ou mental. Só por Ti posso fazer isso.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Sem Pedir

“Porém ela respondeu: Tão certo como vive o SENHOR, teu Deus, nada tenho cozido; há somente um punhado de farinha numa panela e um pouco de azeite numa botija; e, vês aqui, apanhei dois cavacos e vou preparar esse resto de comida para mim e para o meu filho; comê-lo-emos e morreremos.” (1 Reis 17:12 ARA)

O texto não menciona, mas deduzimos que esta viúva havia perdido suas esperanças e expectativas. Nada indica, pela sua fala, que ela via uma saída para sua situação de miséria e morte. Não sabemos se ela orava pedindo socorro a Jeová. Não sabemos se ela pediu ajuda aos vizinhos e parentes. O que deduzimos, é que se ela tentou, já havia desistido.

O socorro vem do Senhor mesmo quando não vemos mais saída, nem possibilidade de restauração e até mesmo quando desistimos de clamar. Se aprouver ao Pai socorrer, o socorro virá pela boca de um profeta ou outro, mas virá. Isso não nos autoriza a desistir nem a desanimar, antes pelo contrário, devemos continuar crendo com maior intensidade que no momento oportuno, quando tudo estiver dado por perdido, seremos alcançados por uma graça sobrenatural.

Note ainda que a viúva, no auge de seu desespero, acata o pedido do profeta e o alimenta. É um ato de fé que deve nos ensinar muito. Quantas vezes deixamos de abençoar por entender que não temos nem para nossas necessidades. Quantas vezes eu fui egoísta e mesquinho a ponto de não repartir o que Deus me deu e depois perceber que não teria feito nenhuma falta. Espero ter aprendido a lição, pois hoje exercito uma generosidade que me faz abençoar antes que me peçam. Claro, sempre que isso está ao meu alcance.

Esta viúva pode ter sido somente uma pobre senhora em Serepta, e seu filho pode ser que nunca tenha se tornado historicamente expressivo. Mas pense que poderia ser você, ou sua mãe, ou algum antepassado de Jesus. Se foi ou não foi, pouco importa. O que importa é que benção a alcançou e te alcançará também.

“Senhor, me ajuda a não desanimar com as dificuldades da caminhada. Eu quero ser generoso quando favorecido e paciente quando necessitado. Sem Tua mão nisso, será impossível, por isso peço Tua força.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Gratidão

“Dou graças ao meu Deus por tudo que recordo de vós,” (Filipenses 1:3 ARA)

Uma das coisas que nunca me esqueço na faculdade de teologia era o professor de grego dizendo “quando a Bíblia diz tudo significa, pasmem, TUDO”. Tudo indica sem excessão, sem deixar nada de fora. Não há o que interpretar, não há margem de erro. É simplesmente tudo, daquilo que está sendo dito.

Meditemos então no seguinte: Paulo disse aos irmãos em Filipos que dava graças a Deus por TUDO que se lembrava deles. Tudo bem que Paulo era certamente muito generoso com seus discípulos, mas temos de concordar que ser grato por todas as memórias é um desafio muito além das possibilidades da maioria de nós. É claro, isso pensando em termos naturais e dentro de uma realidade que conhecemos de igreja, de relacionamentos e de ministérios. Mas Paulo, que por um lado era excepcional, por outro lado também não era filho de cristão, não se converteu jovem e não teve Jesus como seu mestre, tendo de aprender de outros.

Meu querido, eu e você precisamos aprender com Paulo neste ensino. Devemos ter gratidão a Deus pelas boas memórias por que elas nos trazem esperança e nos alegram. Mas também precisamos ser gratos pelas lembranças menos nobres, tristes e amargas, pois nelas somos aperfeiçoados e ficamos alertas para os erros que cometemos. Isso é maturidade.

Por outro lado, como irmãos em fé, cabe a nós fazer com que nossos líderes tenham de nós as melhores recordações possíveis, sempre dando graças a Deus a nosso respeito – sem esforço ou dificuldade. Acertar é mais difícil que errar, assim como fazer bem feito dá mais trabalho que fazer de qualquer jeito. Mas não podemos ser egoístas nem imediatistas. Olhemos para o alvo a ser alcançado. Pensemos que, no Reino de Deus, as coisas são invertidas e o que parece que não compensa é o que mais recompensa. Vamos semear boas memórias aos nossos líderes e cultivar gratidão pelas recordações de nossos liderados.

“Senhor, alegra-me ter recordações daqueles que o Senhor me confiou. Quero aprender a semear alegria e gratidão na memória dos meus líderes.”

Mário Fernandez

Vinicios Torres

Orando Sem Cessar

“Orai sem cessar.” (1 Tessalonicenses 5:17 ARA)

Recentemente passei por algumas situações que me provocaram bastantes dificuldades. Enquanto cria que Deus está no controle de todas as coisas e tem seus propósitos seguia tentando fazer a minha parte lutando com todas as forças que podia para superar as dificuldades.

Em um dia particularmente difícil desabei a lamentar com Deus a situação e a questionar por que parecia que Ele não fazia nada. Quando consegui ficar quieto tempo suficiente para acalmar o coração senti Deus me perguntar: “Quando você orou sobre isso? É a primeira vez que você traz esse problema para mim.”

É impressionante pensar que a gente pode orar todos os dias e ainda assim não falar sobre algumas coisas com Deus. Na maioria das vezes caímos na rotina de repetir as mesmas orações automatizadas: “Senhor, obrigado pelo alimento, perdoa os nossos pecados, dá-nos uma boa noite. Amém.”

Ao perceber que realmente tinha entrado em um “piloto automático” com Deus, mudei de atitude e passei a orar especificamente pelo problema que mais me afligia. Comecei a trazer diante de Deus as pessoas envolvidas e a pedir que Ele as abençoasse e tratasse com elas naquilo que eu não tinha como fazer. Também me abri para a possibilidade de que eu tivesse que mudar para que a dificuldade se resolvesse. Como era de se esperar as duas coisas aconteceram, tanto a situação se modificou como eu mesmo mudei algumas atitudes.

Após isso comecei a perceber como a gente deixa de levar a Deus muitos aspectos da nossa vida.

  • Deixamos de orar diariamente por nossos filhos, não apenas para que Deus os proteja, mas também que lhes perdoe os pecados que porventura cometam e os restaure (Jó 1:5);
  • Deixamos de orar pelo nosso trabalho, para que não nos falte sustento, pelos nossos colegas, pelos nossos superiores;
  • Deixamos de orar pelo nosso bairro ou cidade, para que tenhamos paz e prosperidade (Jr 29:7);
  • Deixamos de orar pelas autoridades da nossa cidade, estado, país, para que vivamos em paz e segurança (1 Tm 2:2);

Ouvi uma frase há algum tempo: “quem não controla é controlado”. Se você não exerce sobre você mesmo o controle de entregar a Deus TODAS as questões da sua vida, alguém exercerá o controle delas e nem sempre será em seu benefício.

Cabe a nós constantemente clamar a Deus que “seja feita a Tua vontade na terra assim como ela é feita no céu”.

Vinicios Torres

Mário Fernandez

Santuário

“Entretanto, não habita o Altíssimo em casas feitas por mãos humanas; como diz o profeta:” (Atos 7:48 ARA)

Alguns ainda chamam o local de reunião da igreja de igreja, mesmo professando que a igreja não é o prédio mas sim as pessoas. Alguns ainda chamam o prédio de templo e de casa de Deus, mesmo professando este texto como verdadeiro. Não estou criticando, mas levantando uma reflexão.

Deus não habita em prédio algum, mas em nossos corações através do Seu Espírito. Precisamos perceber que isso é tremendo, pois não nos despedimos de Deus no final do culto com algo do tipo “até mais Senhor, eu vou para casa e o Senhor fica, pois mora aqui”. Não, mil vezes não. Ele vai conosco e com cada um de nós, o que é mais tremendo ainda. Ele não vem para casa comigo ou com meu pastor, ou meus colegas de ministério, mas com TODOS.

Além de ser muito lindo, isso nos dá uma responsabilidade tremenda. Imagine-se num emprego de motorista particular. Dão-lhe para dirigir um carro que custa um milhão de dólares e, como se não bastasse, a bordo o homem mais importante do planeta. Imaginou? Deu frio na barriga? Pois é muito, mas muito mais sério que isso. Se fosse só isso seria bem fácil.

Ao invés de um carro de um milhão, você tem seu corpo para dirigir por aí – e a Bíblia ensina que os piores pecados são cometidos com ele. Não bastasse, o homem mais importante da Terra é um trapo de imundície diante do Espírito Daquele que vive para sempre, criador de todas as coisas e absolutamente Todo-Poderoso. Esse é você, meu irmão – motorista do Espírito Santo de Deus.

O Altíssimo habita aí dentro de você. Podemos fazer prédios bonitos, espaçosos e confortáveis, não há nada errado nisso. Mas Deus não tem nada com isso – nenhum prédio que façamos vai impressioná-lo. O que precisamos é edificar vidas e almas retas, robustas, restauradas, adornadas. Cuide do seu corpo como se não fosse seu, por que na verdade não é mesmo, e terá de prestar contas de todos os estragos. Cuide do verdadeiro tabernáculo – VOCÊ.

“Senhor, quero aprender a ter temor e cuidado das Tuas coisas, especialmente pelo meu corpo. Ajuda-me para que eu não cometa falhas neste cuidado.”

Mário Fernandez