Mário Fernandez

Petulância

“Vendo isto, os discípulos Tiago e João perguntaram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir? Jesus, porém, voltando-se os repreendeu e disse: Vós não sabeis de que espírito sois.” (Lucas 9:54-55 ARA)

Ouvindo um pregador de rádio num dia destes lembrei-me deste texto. Se fosse para descer fogo do céu e consumir alguém ou alguma coisa, certamente Jesus o faria. Será que os dois discípulos quiseram deixar seu nome na história de uma forma “marcante”? Não sabemos.

O que sabemos e podemos aprender com este texto é que nem sempre as boas intenções do nosso coração enganoso agradam a Deus. Se interpretarmos que Jesus afirmou serem eles do maligno, por não saberem de que espírito eram, a coisa fica ruim. Mas é bem possível, considerando que a atitude não era boa. Se por outro lado interpretarmos que foi ao contrário, no sentido de que por serem de Deus não devem ter esta atitude, continua feio, ainda que menos ruim. Foi uma repreensão por parte de Jesus, sem dúvida.

Mas a intenção era boa. Queriam agradá-lo. Queriam talvez até demonstrar pró-atividade, iniciativa, competência. “Deixa com a gente, mestre”. Mas o tiro saiu pela culatra e não agradou. Seria biblicamente compatível? Claro, lembre de Sodoma. Seria adequado? Sim, lembre de Níneve. Mas não agradou.

Quantas pessoas perecem longe de Cristo, sem agradá-lo, por passarem a vida tentando jogar fogo na cabeça do vizinho? Cheios de boa intenção, mas não perguntam, como fizeram estes queridos aqui, antes de executar? Quanta gente não estará já, neste momento, no inferno perguntando o que deu errado?

O que deu errado e sempre dará errado é querer tomar atitudes e iniciativas sem perguntar para Deus, querendo ser independente. A frase famosa é “independência OU morte” mas no Reino de Deus é “independência É morte”.

“Senhor, às vezes a gente se perde e quando dá por si fez e disse coisas que não precisava. Ensina-nos moderação e santidade.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Saudades

“Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.” (Números 11:5 ARA)

Quando alguém tenta andar comigo, especialmente em discipulado, morro de medo de ouvir isso. Não faz muito tempo ouvi isso e fiquei pensando o que será que deixa alguém com saudade do Egito.

Quando paramos para pensar no processo de conversão e nova caminhada com Cristo, não é difícil imaginar o que se passa na cabeça de uma pessoa que tem muito a perder. De fato, andar sem dinheiro não é agradável, mesmo quando Deus não permite que nada nos falte. A saúde viver por um fio, com direito a piripaques eventuais, também não é agradável mesmo sabendo que Deus nos poupa de tanta coisa pior. Sujeitar-se a outro homem, que pensa diferente e agride nosso ego frontalmente sempre que necessário, deixa qualquer um se perguntando se precisa ouvir isso, mesmo que saiba que precisa negar-se a si mesmo.

Infelizmente, nem todo mundo compreende que isso é um mero diagnóstico de religiosidade e superficialidade. Quem de fato se empenha para caminhar em santidade prefere orar do que criticar, prefere pedir ajuda do que sofrer, prefere chorar no ombro do que ficar pecando, e com 100% de certeza será abençoado. Mas para isso o ego tem de ser assassinado de forma cruel, tão rápida quanto possível e de preferência de modo mortal. Tem gente que mata o ego mas ele ressuscita, fica moribundo, aparece de tudo. Eu chamo isso de “matar o cara”. Quem não “mata o cara” fica escravo dele e nunca se santifica quanto poderia. Somos tão íntimos de Deus quanto quisermos ser, porque Ele jamais rejeita um coração sincero querendo se aproximar.

O Egito é consensualmente associado ao mundo e Canaã com a vida com Deus. Eu concordo e ainda acrescento: o Egito é seu ego e Canaã é o Espírito Santo de Deus. Saudades do Egito e de suas cebolas é morte certa.

“Pai, tem misericórdia de mim porque eu já não deveria ser fraco na luta contra meu ego. Ensina-me a negar-me a mim mesmo de forma firme e crescente, pois eu quero andar em santidade. Quero ser melhor a cada dia.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Só na Mente

“Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios creem e tremem.” (Tiago 2:19 ARA)

Tenho andado incomodado com o tema do conhecimento de um Deus meramente intelectual. Tenho pessoas na família, no trabalho e na vizinhança, que vivem numa condição de perdidos (por não terem se entregue a Cristo) mas que dizem conhecê-lo, temê-lo e até mesmo servi-lo. Há pessoas assim até mesmo dentro da igreja, dentro da célula, dentro de ministérios. Misericórdia.

Qual é a diferença afinal de contas?

Crer que há um Deus único é pouco, não basta. Com o misticismo que cerca algumas igrejas, precisamos resgatar novamente a simplicidade do evangelho, de uma vida simples com Deus, talvez com dons menos “populares”. Nada contra profetizar, ter visões, buscar curas – sou a favor até dos dons que eu não tenho desde que sejam bíblicos e apontem para glória de Deus. Mas devemos lembrar da paciência, da bondade, da fidelidade – todos frutos do Espírito. Escuto, às vezes, “o irmão fulano é uma bênção, ele profetiza” mas nunca ouvi “o irmão fulano é uma bênção, é tão fiel”, ou ainda, “ele não é guloso”.

Entregar o coração a Cristo é muito mais do que tudo isso. É ter certeza da salvação, é viver para Deus sem dar valor a este mundo, não ser materialista nem ganancioso, ter vida de oração, evangelizar, meditar na Bíblia diariamente, confiar em Deus quando é tão simples como beber um pouco d’água tanto quanto se for um ato impossível. É viver uma vida de servir aos outros, sejam irmãos ou não. É não ter-se em conceito acima do que convém. É não ser egoísta ou arrogante – mas fazer tudo por amor. É não viver para si mesmo.

Crer em um Deus único é pouco. Tenho um amigo que diz “tudo que falar de Deus eu gosto, seja o que for”. O coitado vai pro inferno dizendo isso, apesar de me ter ao seu redor repetindo a ele que isso não basta, que ele precisa é de um encontro pessoal com Jesus.

Vida transformada e novo nascimento saíram de moda em alguns lugares, mas não no coração de Deus.

“Deus querido, eu quero fazer diferença na vida das pessoas de um modo tal que o Senhor seja conhecido e glorificado da forma correta. Ensina-me e fortalece-me para que eu leve pessoas a Te conhecer.”

Mário Fernandez

Vinicios Torres

Casamento de parceiros do mesmo sexo e Liberdade Religiosa – Porque eles não podem coexistir

Por Chuck Colson

Chuck Colson - Prison Fellowship Ministry

Como muitos estados – a exemplo de Iowa – aprovaram o “casamento”de parceiros do mesmo sexo, os conservadores estão anunciando que a liberdade religiosa está em perigo. O apoiadores do do “casamento” de pessoas do mesmo sexo acusam-nos de alimentar uma histeria anti-gay. Quem está dizendo a verdade?

Deixe-me compartilhar algumas histórias com você de um excelente programa produzido pela National Public Radio. Aí você mesmo pode decidir.

Duas mulheres decidiram fazer a cerimônia de união civil em pavilhão em New Jersey pertencente a Ocean Grove Camp Meeting Association. Esse grupo metodista disse às mulheres que elas não poderiam “casar” em nenhuma propriedade usada para propósitos religiosos. O reverendo Scott Hoffman disse que um princípio teológico – que o casamento só pode existir entre um homem e uma mulher – era o fundamento para isso.

A mulher entrou com um processo por discriminação na Divisão de Direitos Civis de New Jersey. Os Metodistas disseram que a Primeira Emenda protegia seu direito de praticar a sua fé sem serem punidos pelo governo. Mas punição foi exatamente o que New Jersey fez. Revogou a isenção de impostos da igreja – uma ação que lhes custou US$ 20,000.

Existe também o caso dos médicos cristãos que se recusaram a fazer a fertilização in vitro para uma mulher que tinha um relacionamento homossexual. Os médicos transferiram o seu caso para colegas que se dispuseram a realizar o tratamento. Mas isso não foi o suficiente. A mulher processou os médicos. A Suprema Corte da Califórnia concordou com a mulher, dizendo que as crenças religiosas dos médicos não lhes dava o direito de recusarem o controvertido tratamento.

Em Massachusetts, Catholic Charities disse que eles teriam de aceitar casais homossexuais em seu serviço de adoção ou teriam de sair do negócio. Eles escolheram sair do negócio.

No Mississippi, um conselheiro de saúde mental foi processado por recusar-se a prover terapia para uma mulher que procurava melhorar seu relacionamento lésbico. Os empregadores demitiram-na.

Em New York, a Faculdade de Medicine Albert Einstein da Yeshiva University recusou-se a permitir que casais do mesmo sexo vivessem como casados nos alojamentos da faculdade, de acordo com os princípios da escola de origem judaica ortodoxa. Mas em 2001, a Suprema Corte de New York forçou-os a fazerem isso de qualquer maneira – apesar do estado de New York não ter leis acerca do “casamento” de mesmo sexo.

Em Albuquerque, um casal do mesmo sexo pediu a um fotógrafo de casamentos cristão que filmasse a sua cerimônia – e processou-o quando ele declinou o pedido. Um serviço de adoção online foi forçado a encerrar seus serviços depois de um casal do mesmo sexo processá-lo por ter sido recusado em função das convicções religiosas.

Convencido? Claramente “casamento homossexual” e liberdade religiosa não podem coexistir – porque os ativistas gays não permitirão. Como a especialista em casamento Maggie Gallagher afirma, os defensores do “casamento” do mesmo sexo alardeiam que a fé religiosa é “ela mesma uma forma de intolerância”.

Eu sei que isso pode parecer alarmista, mas é verdade. Se não trabalharmos para impedir essa força destruidora, nós podemos logo nos vermos sendo caçados no trabalho, na escola e até mesmo na igreja – como muitos já têm sido – por aqueles que se determinaram a nos forçar a aceitar como moralmente bom aquilo que Deus chama de mal.

Copyright (c) 2008 Prison Fellowship
https://www.breakpoint.org/listingarticle.asp?ID=11766

Vinicios Torres

A Cruz da Liderança

“Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.” (Mateus 16:24)

Jesus é o líder por excelência e por isso devemos aprender liderança com ele. Tenho, no entanto, visto muitos líderes que têm sobrecarregado seus liderados com uma cruz que leva-os, inclusive, a desistir de suas caminhadas.

A função do líder é inspirar e motivar os liderados a atingirem os objetivos propostos. Esses objetivos devem contribuir para que a equipe consiga implementar a visão que o líder recebeu.

O problema é que muitos líderes, por motivos os mais variados, que podem ir da dificuldade em transformar a visão em objetivos alcançáveis até a paranoia, esquecem deste princípio simples e transformam-se em algozes de seus liderados.

Quem recebe o peso da visão e da missão é o líder. Cabe a ele trazer para perto de si pessoas as quais consiga inspirar a alcançar a visão juntos e dividir com eles as tarefas, motivando-os e, se necessário, treinando-os para isso.

Tanto a visão como a missão podem e devem ser compartilhadas; é importante que o liderado entenda para que faz o que faz e saiba para onde está indo. O problema acontece quando os líderes, em vez de inspirarem os seus liderados, começam a impor sobre eles o seu peso. Peso da visão e da missão que é dele somente.

Pior ainda quando o líder acha que tem de ensinar os liderados a suportar o mesmo sofrimento que ele. Conheço líderes que, por terem optado por abandonar algumas coisas em suas vidas em prol da missão, obrigam seus discípulos a fazerem o mesmo. E quando um discípulo não reconhece essa cruz como dele é taxado de rebelde, insubmisso ou que não está alinhado com a visão. Perdem ambos, o líder por deixar de contar com o apoio e o liderado que, na maioria das vezes, tem de deixar a equipe sem realizar o potencial que poderia.

Note que Jesus não afirmou “quem quer vir após mim tome a minha cruz”. A cruz de Jesus era dele apenas. Ele sabia o que queria, para onde ia, o que tinha de fazer e o preço que tinha que pagar. Ele deixou claro para os seus discípulos que cada um tinha de tomar a sua própria cruz nesta caminhada. O verdadeiro líder consegue inspirar seus liderados a permanecerem firmes no propósito apesar da própria cruz que cada um tem que carregar.

Vinicios Torres

Vinicios Torres

Preparando o Caminho

“E pregava, dizendo: Após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de, curvando-me, desatar-lhe as correias das sandálias.” (Marcos 1:7 ARA)

João Batista, por causa de sua origem (era filho de sacerdote), devia saber o propósito da sua vida. Muito provavelmente ele devia conhecer de cor a passagem de Isaías que profetizava o aparecimento daquele que prepararia o caminho para a chegada do messias. Ele sabia da importância da sua missão.

Curiosamente, apesar disso, ele não se aproveitava para conseguir favores ou aumentar sua influência. Os evangelistas registram que ele se vestia e comia simplesmente, vivendo apenas para cumprir o seu propósito. Ele sabia que a sua própria missão gerava a influência que ela mesma necessitava e que ele não precisava mais do que isso. A sua autoridade estava na execução do seu trabalho. Por isso, podia ser duro com os fariseus e ainda ser temido por eles; podia ser firme com os soldados e ainda continuar tendo o seu respeito; podia confrontar o pecado do seu povo e ter como resposta arrependimento e batismos para evidenciá-lo.

João podia experimentar isso porque tinha total consciência de que a sua missão era apresentar o Messias e não a si mesmo. O seu ministério era apenas o precursor e ele logo seria substituído. Não havia nele sinal de problemas com isso; na verdade, suas afirmações transpareciam o desejo de que isso acontecesse logo (João 3:30).

“Senhor, que eu tenha a humildade de me lembrar que tudo o que tenho veio de ti, e que minha vida e ministério tem o propósito de apresentar a ti somente e não a mim mesmo. Amém!”

Vinicios Torres

Mário Fernandez

Da Boca Para Fora

“O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu,” (Isaías 29:13 ARA)

Vejo muita semelhança do texto com os dias atuais. Nunca se falou tanto de Deus, nunca houve tanta pregação em público – TV, rádio, internet, CD, DVD, show, cultos públicos, diferentes igrejas com tudo quanto é estilo. Nunca na história nações como o Brasil e tantas outras foram tão abertas ao evangelho, presidentes mandando chamar pastores para atos de posse, reuniões importantes – e não me refiro aos pastores que são políticos.

Contudo, isso nem de perto é sinônimo de espiritualidade, ainda que devamos reconhecer o crescente número de pessoas que tem manifestado uma decisão no sentido de entregar seus corações a Cristo. Como distinguir uma pessoa realmente convertida de uma “da boca pra fora” é o nosso desafio. Não para que julguemos ou façamos discriminação, antes pelo contrário, para que encontremos uma forma eficiente de confrontar aqueles que falam mas não vivem, a levarem a sério o Deus que sua boca já conhece, mas não reina em seus corações.

Ouve-se tanto “Deus abençoe”, “Amém”, “Aleluia” e por aí adiante. Mas de pessoas que dizem isso entre uma mentira e outra, entre uma tragada e outra de um cigarro, entre um gole e outro de uma bebida. Todos concordam que Deus é bom, que Deus existe, que Deus abençoa. Mas não concordam em entregar seus corações verdadeiramente a Ele. O que fazer?

Temos de reaprender nosso evangelismo, pois a ignorância total da existência de um Deus passou, pelo menos no Brasil. Precisamos partir para a confrontação saudável de apresentar um Jesus que só faz diferença por dentro, assim como um medicamento que precisa ser engolido. Na prateleira da farmácia não há cura, apenas o potencial da cura. Precisamos levar pessoas a conhecerem este Deus de quem falam. Talvez cada um de nós ao seu modo, ou em grupo, ou pelos meios que Deus nos apresentar. Mas é indispensável reconhecermos que há uma geração se perdendo ao nosso redor com Deus nos lábios, mas apenas isso, da boca pra fora.

“Pai, tem misericórdia de mim pois não sei direito como agir e preciso do teu ensino. Quero ser eficiente ao te apresentar para pessoas, que talvez até digam te conhecer, mas não se entregaram a Ti. Ajuda-me.”

Mário Fernandez

Mário Fernandez

Grandes Trevas

“São os olhos a lâmpada do corpo. Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há sejam trevas, que grandes trevas serão!” (Mateus 6:22-23 ARA)

Às vezes parece que a gente só perde tempo evangelizando as pessoas, porque um não crê, outro não entende, outro não aceita, outro nem ouve… A despeito do nosso amor pelos perdidos e nosso senso de missão evangelística, nós precisamos sempre manter em mente que palavras não salvam ninguém, pois quem salva é o Senhor, e isso acontece por revelação sobrenatural e não por conhecimento intelectual.

Como alguém pode receber revelação de algo que não entende? Não dá. Por isso mesmo que é sobrenatural. Mas vamos nos manter atentos ao fato de que os olhos estão ruins, portanto há trevas predominantes. Grandes trevas, aliás.

Meus irmãos, vamos olhar para os perdidos de outro ponto de vista. Vamos deixar de olhar com olhos de condenação e olhar como quem vê pessoas em trevas, certamente porque os olhos são ruins. Isso vai produzir em nós uma percepção diferente, porque temos de aumentar o brilho do que estamos mostrando. Se há trevas, que haja mais luz em nós para compensar. Que a mensagem que temos para passar aos que se perdem seja mais iluminada. Que os nossos olhos brilhem para que, pelo menos em nós, haja luz e esta luz seja visível aos que andam no escuro.

Como fazer isso? Refletindo o brilho da luz de Cristo, que é a Luz do Mundo. Sendo farol na noite com uma luz que não é nossa. Tirando o brilho tosco do nosso ego da frente. Como se faz isso? Sendo mais humilde, orando mais, buscando mais a presença de Deus, adorando mais, se santificando mais. Todas as demais coisas Deus é quem faz.

“Deus amado, dá-me um olhar luminoso do Teu brilho para que as pessoas possam te conhecer e com isso ter uma vida melhor.”

Mário Fernandez