“penso em fazê-lo quando em viagem para a Espanha, pois espero que, de passagem, estarei convosco e que para lá seja por vós encaminhado, depois de haver primeiro desfrutado um pouco a vossa companhia.” (Romanos 15:24 ARA)
Paulo fala aos romanos com grande alegria por poder visitá-los, mas deixa claro que gostaria de ajuda para seguir à Espanha. Mais do que simplesmente uma visita para rever amigos, Paulo pretendia receber apoio.
Eu tenho visto igrejas fecharem, missionários voltarem para sua origem e também projetos sendo cancelados. Eu não sei ao certo o motivo disso, afinal é um tempo em que vejo um crescimento tão sólido e tão consistente em diversas frentes, igrejas, projetos – é uma dualidade. Na igreja onde congrego estamos fazendo batismos a cada 3 meses e com quase uma centana de pessoas por vez. Outras crescem muito mais.
Talvez, e estou apenas supondo, seja por que Paulo deixou claro o que estava fazendo, o porquê de estar fazendo, pra onde iria depois, o que faria lá, suas motivações, seus alvos e objetivos. Os argumentos eram claros e deixavam expresso que o evangelho estava sendo pregado e que, da mesma forma e com a mesma paixão com que os romanos haviam sido alcançados, os espanhóis também seriam.
Hoje os tempos são complicados, parece que todo mundo tem seu próprio projeto e acaba que tendo muita gente para ser ajudada. Ao mesmo tempo, fica nítido que o evangelho avança num lado e recua no outro. Me parece faltar foco e concentração. Sinto falta de clareza e de objetividade. Fico até triste quando escuto um jovem motivado a ser missionário dizendo “quero pregar a todo mundo”. É meio demais só para ele, a meu ver, mas enquanto ele não se der conta disso… Isso não é alvo, é uma linha geral, então não é projeto.
Se todos nós sabemos para onde queremos ir, o que pretendemos fazer lá, nossos motivos – tudo fica mais fácil e se torna um projeto “apoiável”. Isso vale para os que vão, para os que sustentam e para os que oram.
“Senhor, é muito mais fácil falar do que fazer, mas te peço ajuda para ver com clareza a expansão do Teu Reino neste mundo. Ajuda-me a apoiar projetos que fazem o que eu não faria e ser o que eles não são.”
Mário Fernandez
Pastor Mário, Graça e Paz! Obrigada por abordar esse dificll mas necessário tema. Vivemos o tempo final da Igreja de Cristo na terra. Tempos dificeis, em que prospera o mal, em que se multiplicam os objetivos deturpados, a falta de foco e de direção. Quanto ao “ide de Jesus”, pregar o Evangelho da Salvação, tem servido de escandalo ou tem sido mal utilizado, mas, tambem, o “ide”, também, tem se concretizado.
Certo é, e se assim não o fosse, o Justo Juiz, O Oniciente, Onipresente e Onipotente DEUS, que tudo vê e que conheçe os corações saberá separar o joio do trigo… Ele é o Justo Galardoador. Procuro ficar atenta e firme na palavra. a palavra dá a direção do que devo ou não fazer, do que está certo e do que está errado, fala dos meus compromisso para com o Senhor e com a Igreja de Cristo, e aquilo que está fora do meu alcançe, sob a direção do Espírito Santo, procuro alcançar orando e orando…
Na Epístola de Paulo aos Romanos, já percebemos o “sufoco” ou a grande preocupação de Paulo, em esclarecer muito bem, todos os seus passos, suas decisões, o porque disso ou daquilo… Sua preocupação com a Igreja em Jerusalém, para que compreendessem o porque da relevante oferta levantada pela Igreja dos gentios (mesma Igreja de Cristo) a fim de ajudá-los, já que passavam por grande dificuldade financeira. Por isso, Ele, também, estava esclarecendo, colocando sua preocupação em ele mesmo entregar a tal oferta (certamente, para que viessem a entender a Unicidade da Igreja, do Corpo de Cristo, do qual Cristo é a cabeça e não gerasse contenda, conflito, etc). Entender o importante significado daquela oferta. Mas sua preocupação, também, estava em esclarecer que era importante visitar a Igreja de Roma e depois levar o Evangelho à Espanha.
Trabalho Missionário organizado! Instrução permanente na palavra! Transparencia! Direção do Senhor! As muitas saudações e recomendações, mostram que fez verdadeiros discipulos.
Até que Cristo venha buscar a sua Igreja, vamos conviver com tudo que está ai, porem, pedindo graça ao Senhor para que as nossas mentes, olhos, ouvidos e bocas, estejam ungidos, sabendo diferenciar e fazer a vontade do Senhor!
Rogo a oração da Igreja de Cristo por minha vida.
Abraço fraternal a todos.
Maria de Fatima
Ao Irmão Saulo Stopa, louvo a Deus pela sua vida, é de pessoas com pensamento assim que a igreja precisa. Paul Wilbor tem um louvor chamado dias de Elias que diz: Os campos brancos estão. Estamos vivendo dias de Elias, quando pensamos estar sós, Deus separou muitos que não se dobraram a Baal e a Mamon. Que Deus o abençoe muito, e que seja prospero o seu ministério.
Pensando do mesmo modo do texto a igreja não vai pra frente mesmo! Como assim “Fico até triste quando escuto um jovem motivado a ser missionário dizendo “quero pregar a todo mundo”. É meio demais só para ele, a meu ver, mas enquanto ele não se der conta disso…”???
É dever dos mais experientes usarem essa motivação e ânimo todo para um bem maior! Não tem a ver com o “jovem se dar conta disso”!
É como numa empresa na qual o estagiário está cheio de energia mas não sabe como gastar, cabe aos mais experiêntes direcionar!
Então Adilson, o problema é que na maioria das igrejas onde se paga salários milionários, o governo da igreja é episcopal ou parecido, mesmo que no estatuto seja democrático (congregacional ou presbiteriano), na realidade é ditatorial, e além disso, na maioria das vezes os membros são os responsáveis: “E ele lhes disse: Os reis dos gentios dominam sobre eles, e os que têm autoridade sobre eles são chamados benfeitores. Lc. 22.25”. O povo gosta de reis para os chamarem de bem feitores…
Sou muito a favor do estilo de parceria, acho que esta é uma das melhores soluções para utilizar melhor esta fortuna de dinheiro que vem entrando nas igrejas de forma melhor, mas como vc mesmo disse, o ego ainda fala mais alto.
Crescimento de igreja não significa aumento no numero de salvos. Notem bem que no texto da grande comissão em Mateus 28 que a ordem expressa e explicita de Jesus é: Ide ensinai e fazei discípulos. O que falta hoje é exatamente isso. A ordem de Jesus é para fazer discípulos e não membros e adéptos de igrejas, é para ensiná-los e não para se tornarem prosélitos. A igreja é fundamental na vida da pessoa, mas o papel da igreja é pregar o evangelho verdadeiro, ensinar a Bíblia de forma verdadeira e responsável, formar crentes maduros e arraigados na fé. Isto sem ultrapassar a sã doutrina como diz João em 2ª carta. Mudando o foco, sou membro de uma missão, uma pequena cominudade de aproximadamente 100 pessoas e conseguimos manter 6 missionários no campo incluindo 1 casal na chamada janela 10/40 e ainda fazemos missões urbanas em nossa cidade, receita é simples: Parceria com outras missões. Não estamos sós. Muitas vezes o que falta é: Vencer o ego. Somos parceiros, somos irmãos, fazemos parte do mesmo corpo. O que de fato importa é ganhar vidas para Jesus e não aumentar o numero de membros da nossa igreja. Enquanto houver igrejas pagando salários milionários para seus pastores, e construindo megatemplos o verdadeiro evangelho continuara sendo negligenciado.
O q eu acho legal em Paulo, é q ele tinha um grande amor pelas igrejas q fundara e queria ver mais igrejas abertas….observe suas orações por cada igreja, isto me lembra a oração sacerdotal em joão 17 por Jesus, aonde ele ora: “não rogo pelo mundo, mas por aqueles q me deste….” ; sem dúvida, Paulo era imitador do Senhor, ao menos na oração, glória Deus por isso!
Precisamos aprender, cada dia mais.Somos tão pequenos Senhor, ajuda-nos na nossa falta de foco, na nossa grande dispersão.
Pr.Mário graça e paz;eu também ouvi muitos testemunhos,de Pastores ,que faz um curso e logo abre uma igreja,mas não é bem sucedido.Eu conheci um Pr.Jonas Vilar,que ele hoje é cantor e missionário ;tenho Dvd dele, é ótimo;mas ele disse que abril quatorze igreja e nunca deu certo,teve vários problemas;ele mesmo chegou a conclusão ,que o negocio dele era ir pelo mundo,pregar e cantar;mas missionários pra ir pelo mundo tem que ter ajuda financeira.E ser Pastor é um chamado,nem todos que estudam a palavra,tem o dom de Pastorear;e que canseira é lidar com as ovelhas.Vc não precisa de igreja pra pregar o evangelho de Jesus.Levar o nome de Jesus,é em qualquer lugar,que pessoas querem ouvir ,senão sacode a poeira dos pés como o Mestre Jesus nos ensinou,e vai pra outro lugar.É por isso que tem muitas igrejas fechando porque:nem todos tem chamado ,tem que pedir direção de Deus, e também perseverar;eu acho mais fácil ,ser ovelha e ajudar pessoas que precisão,e ofertar sem miséria ,porque Deus é fiel pra cumprir,eu creio,abraços,Rosa.
otima mns fico feliz qdo recebo mns desta maneira parabens
Muito obrigado,esta acontencendo na min igrejauns cresc outrosnão conseguem acompanhar a visão.
Temos que orar muito pela obra do Senhor!!!!!
Para a igreja do ôba ôba, a palavra missões soa de forma estranha, pois, estão acostumados a viver sob a sombra da cruz e não tomá-la para si. Mas para igreja séria, que sabe exatamente o que signica o texto conhecido como a grande comissão no final do capítulo 28 de Mateus, missões é perfeitamente compreesível. Não é bixo de sete cabeças; começa na porta de casa, nem sempre é necessário ir para o exterior ou viver entre os indigenas. Hoje em dia as chamadas missões urbanas fazem um trabalho excelente.
Paz e graça amado Pastor fernandez e amigos do seite.
Assistindo uma oraçao na televizao aqui na Suiça muito me tocou o coraçao, quantas possibilades ai no Brasil as pessoas tem de ver e viver um evangelho verdadeiro, e agente aqui do outro lado do mundo na frieza e dureza espiritual….? Amados vamos aproveitar as oportunidades que Deus esta nos dando, nao sao os meios materiais que impedem a obra de proseguir, mas a vizao e comportamento dos lideres em relaçao ao ide e pregai o evangelho. Era um culto de ceia, sempre um dos mais lindos e sublimes momentos para mim poder participar da mesa do Senhor….Vai ficar para quando Jesus operar e aparecer aqui nesse lugar talvez alguns seguidores de Paulo….? Nao ironicamente, è que parece ser mais facil seguir ao homem do que à Deus, a triste realidade das igrejas em geral aqui na cidade de Zurique. Amigos e irmaos em Cristo sempre me falam e estamos orando pedindo misericordia e providencia. Gloria a Deus pela televizao tem sido o nosso refugio.
Oraçao por nos. Maryanne Matter
Essa palavra foi muito objetiva, tomara que muitas pessoas possam ler e que venha ajudar muitos que teem um chamado de Deus para fazer algo.
O foco e a objetividade é coisa tremenda quando vai se fazer uma coisa prá Deus. Deus é organizado e temmplanos, conosco não deve ser diferente, depois do sinal de Deus devemos ter um foco, e jamais nos afastar dele, e ainda ser objetivo e perseverante com aquilo que fomos chamados para fazer. Assim teremos a aprovação de Deus e dos homens na execução da boa obra Senhor. Não podendo esquecer da transparência na condução dde um projeto.
Kátia
Boa reflexão Mário. Também tenho visto muitos aventureiros nesta jornada de fama e ostentação de poder e glória, esquecendo-se de que nosso dever é sempre diminuir, à proporção dos degrais espirituais que sumimos, para que somente Ele, e tão somente Ele cresça.
Vejo dois problemas diretamente relacionados, baseado nas palavras do apóstolo João, sobre a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, que não é do Pai, mas do mundo (1 João 2:16): O primeiro é que quem deseja servir o Reino de Deus, precisa primeiramente ser um obreiro que maneja bem a palavra da Verdade, para que não caia em tentações diversas, como esta mencionada por ti de ficar “sem alvos”, ou mais diretamente, sem conseguir ver apenas o único fim de qualquer cristão, a cruz (Rm.8.17).
E muito do segundo problema, acredito ser dos líderes, que acabam se esquecendo de instruir estes novos obreiros ou candidatos ao ministério do Reino, com as devidas realidades, claras e objetivas, a fim de que eles não se embareçem com coisa alguma deste mundo, inclusive com o pastoreio de projetos, mas sim de almas.
Espero ter contribuído com algo.
Um abraço em Cristo.
Amado e querido Pastor,
O eis-me aqui cada dia se torna mais raro.
Faço parte de uma pequena congregação e por isso temos pouca força, mas mesmo assim de tudo que conseguimos arrecadar contribuímos com missões (cerca de 20%)e sei que até aqui o Senhor nos tem ajudado, e é por isso que estamos orando: para que possamos ajudar mais ainda aos nossos missionários.
Orem por esses projetos que não são nossos, mas do Senhor.
Valorizemos pois o ser humano de tal forma que reconheçam seus erros e se voltem para Deus(Zurück Zu Gott!)enquanto há tempo.
em Cristo que nos fortalece.
Quando pensamos em pregar o evangelho para nossa própria exaltação, pensamos grande, isoladamente, achamos que estamos sózinhos no topo, e ninguém tem um objetivo mais nobre que o nosso. Quando pensamos que somos parte de um grande projeto iniciado por Deus, concluido por Jesus Cristo na cruz, aí sim nos colocamos no nosso devido lugar, como peça útil para a expansão do reino. Acho que foi isso que Paulo fez. Chamou todos à assumirem cada um a sua responsabilidade.
Sabe o que não suporto a hipocrisia, o veneno dos
fariseus.
Fui pra Bolivia, evangelizar, salvar crianças que teriam
pernas amputadas.
Vendi meu carro, onde esta a Igreja m orna egoista demagoga.
Isto é cristianismo autentico, a palavra para esta pouca vergonha diante de Deus é arrependimento.
Usam missoes pra levantar dinheiro, missionarios abandonados foi o que encontrei, escovando dente com areia.
Hipocrisia que o Senhor tenha misericordia, do evangelho “gospel”.
O número de cristãos do ramo evangélico no Brasil realmente tem crescido, mas infelizmente um outro dado que é preciso ser observado, é que quantidade não é sinônimo de conteúdo destes crentes arrebanhados. Há uma tônica no ramo evangélico que quanto mais gente melhor (para alguns grupos significa dizer clientela), e com isso entra todo tipo de gente e mais problemas aparecem e não é atoa que a diversidade e a complexidade aumentam, e é óbvio que isto não fica numa mesma coerência de objetivos por causa deste aumento, pelo contrário tem havido muita cisão e cada vez mais diversificação.
Os muitos que entram logo após a conversão não são monitorados de modo a aprender (e quando tem, é a maneira conveniente daquele grupo que as vezes não reforça para Causa real) deixando muito a desejar no que professam e acompanhado a isso o testemunho fraco de muitos no dia a dia por não haver uma insistência na instrução do verdadeiro caráter de vida coerente pós conversão. Há também muita rotatividade e saída destes que são convertidos. Por estes motivos, não creio ser tão sólido e consistente assim como diz o autor. O que observo é que há situações pontuais de certas comunidades na importância e preocupação no que tange a estes incentivos preparatórios iniciais e não na maioria . E nesta maioria existe liderança que não se importa em fazer ou dar uma ministração de instrução de conteúdo mais consistente por causa de seus esquemas “igrejais”… vide o exemplo da ênfase dada dos grupos neo-pentecostais e enquanto isso, nas tradicionais o arcaísmo e uma visão limitada (as vezes até proposital) de mundo no modo de ensinar é na maioria das vezes a predominância e isso é desestimulante e densconstrutiva ao neófito (até mesmo àquele que verdadeiramente quer crescer na fé).
Surgem destas situações (e outras) a imaturidade espiritual, o fundamentalismo, os desequilíbrios, o misticismo extravagante, os crentes nominais e até mesmo o aproveitador sem caráter.
Por isso, cada vez menos existe crentes engajados, que tenham discernimento (bom senso), sobriedade na Causa, de como fazê-lo nos dias atuais e estar ligado a sua realidade próxima, de maneira mais natural (sem extravagâncias “igrejais” fora da realidade). O que existe mais hoje dentro dos templos são consumidores emocionais da fé a reboque dos tempos de consumismo e pragmatismo individualista, trazendo uma descompensação e uma crise de identidade com os reais valores do evangelho. Deste caldo também nos últimos vinte anos tem surgido grupos ou pessoas anti-religião e anti-igreja “evangélica”, mas que professam a fé, e é outro dado a ser considerado e até analisado, por motivos desta falta de identidade e autenticidade da “igreja” cristã atual.
quem atira em nada ,acerta em cheio ou todos os caminhos servem pra quem não sabe onde quer chegar,que herança vamos deixar ,de modo geral,parece que estamos vivendo um oba oba ,sem compromisso sem objetivo e sem alvos,ninguêm lê mais,moro em lençóis pta a livraria daqui tem pouquíssimos títulos,vou a bauru 350.000 habitantes e a livraria fechou e a outra prestes a fechar,estou muito preocupado.